Passadeira estendida para Novak Djokovic no Miami Masters

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Ao cabo de apenas três rondas de torneio em Miami Masters, tem ficado a sensação de que a concorrência mais feroz estará a criar as condições ideais para Novak Djokovic somar o seu sétimo título da carreira na Florida.

Mas estará o sérvio na disposição de o fazer?

Novak Djokovic: Calendário favorável para se fazer história

Apesar de ter sentido inesperadas dificuldades no embate da segunda ronda diante de um acessível Federico Delbonis, Novak Djokovic continua a ser o destacado favorito a vencer o ATP Miami Masters.

Caso o consiga, o tenista sérvio cumprirá mais um marco histórico na sua carreira, pois passará a ser o jogador mais titulado no evento em questão. Neste momento, partilha esse estatuto com o já aposentado norte-americano Andre Agassi, com seis títulos, mas tudo indica que o irá ultrapassar, quer seja já este ano ou num futuro próximo.

Passadeira estendida para Novak Djokovic no Miami Masters

Para isso, ‘Nole’ conta com a bondade do calendário que lhe irá colocar pela frente Roberto Bautista-Agut já nos Oitavos de Final.

Sim, o tenista espanhol já bateu o nº1 mundial em duas ocasiões, com destaque para o facto de o ter conseguido nas últimas duas ocasiões em que se defrontaram em piso duro, no entanto Bautista-Agut não vive um momento de forma particularmente forte e poderá não resistir à maior qualidade do tenista dos Balcãs.

De seguida, Djokovic tenderá a defrontar dois grandes servidores: John Isner nos Quartos de Final e, provavelmente o lunático e problemático Nick Kyrgios nas Meias-Finais.

Se assim for, o sérvio terá naturalmente dois testes de maior exigência, embora as lentas condições de jogo aqui em Miami tendam a favorecê-lo claramente uma vez que o serviço dos seus adversários não será tão eficiente quanto noutras superfícies mais rápidas.

Por tudo isto, e mesmo tendo em conta que Novak Djokovic não tenha dado sinais de estar nos píncaros da sua forma, é normal que ele esteja cotado como destacado nas casas de apostas como favorito à conquista do torneio a 1.80 de acordo com a Betclic.

Há energia de sobra no corpo de Roger Federer?

Partindo do princípio de que Novak Djokovic cumpre a sua missão na metade superior do quadro, o seu teórico adversário na Final do próximo Domingo seria o ilustre suíço Roger Federer.

Ainda assim, esse cenário tem algumas nuances que precisam ser tidas em conta. Aos 37 anos de idade, o tenista helvético precisa gerir as suas condições físicas com maior afinco e, portanto, é legítimo que coloquemos em questão a sua participação no torneio até à Final depois de ter sido finalista em Indian Wells.

FedererCaso atinja a Final aqui em Miami, Roger Federer terá de disputar 11 partidas em 21 dias – beneficiando ainda de não ter defrontado Rafa Nadal na semifinal de Indian Wells – o que pode ser prejudicial no que concerne à gestão das suas energias numa temporada exigente.

É certo que Federer não tem privilegiado os torneios de terra batida nos últimos três anos – passo seguinte do calendário ATP – no entanto, o mesmo já anunciou que irá participar no Masters 1000 de Madrid esta época pelo que adicionará mais alguns jogos às suas pernas.

Federer está cotado a 4.00 como segundo favorito à conquista do torneio e também não terá propriamente grandes obstáculos até à Final depois de ter visto duas das suas principais ameaças saírem precocemente do torneio.

Dominic Thiem, seu carrasco na final de Indian Wells, foi logo afastado na segunda ronda confirmando a sua habitual inaptidão de replicar bons desempenhos em torneios consecutivos, enquanto Alexander Zverev confirmou uma desastrosa participação nos dois torneios Masters 1000 de piso duro em solo norte-americano.

O tenista germânico e grande esperança do ténis mundial, foi precocemente eliminado em ocasiões consecutivas e poderá pagá-lo com uma descida no ranking mundial.

Abrem-se as portas para a juventude

Com alguns dos teóricos favoritos a serem afastados precocemente, outros veem abrir-se maiores hipóteses de brilhar num torneio de grande calibre.

Na metade inferior do quadro destacam-se Stefanos Tsitsipas 10.00 e Daniil Medvedev 16.00 como principais ameaças à caminhada de Roger Federer até à Final de Domingo, enquanto na metade superior do quadro o desrespeitoso Nick Kyrgios 8.50 parece ser o tenista com mais argumentos para colocar em causa a presença de Novak Djokovic em mais uma final de Masters 1000.

Analisando detalhadamente o calendário, creio que o tenista grego Tsistsipas tem boas condições de chegar às semifinais onde, potencialmente defrontará Roger Federer. De notar que o jovem grego bateu Federer no Open da Austrália pelo que será certamente um osso duro de roer para o helvético.

Já Nick Kyrgios parece claramente num bom momento de forma depois de ter vencido em Acapulco.

É certo que entrou em falso em Indian Wells e saiu logo no primeiro confronto, no entanto, parece ter recuperado a boa forma trazida do México e pode ser uma dor de cabeça para Novak Djokovic nas Meias-Finais, se até lá não tiver algum dos seus acessos de loucura que o possam afastar do torneio de forma inesperada.

De certo modo, tanto o australiano como o grego podem funcionar como barómetros para medir o atual momento de forma dos colossos Djokovic e Federer pelo que nenhum deles poderá relaxar antes da final, ou poderá nem sequer lá chegar…

Nick Kyrgios é atualmente um dos tenistas mais odiados

…pelos seus colegas de profissão, tal tem sido a quantidade de vezes em que tem desrespeitado os seus colegas.

A forma como ele e Rafa Nadal se autocriticaram após o seu tenso embate em Acapulco foi apenas um capítulo recente das habituais quezílias geradas pelo australiano, e a forma como comentou recentemente em entrevista que Federer, Nadal e Djokovic não têm nada particularmente especial no seu jogo foi mais um ponto que certamente não terá fomentado a harmonia dentro do ‘balneário’ do circuito masculino ATP.

Já se viu que Kyrgios não está no ténis para fazer amigos, mas se quiser deixar a sua marca na modalidade irá necessitar de ser bem mais profissional e regular no seu jogo para poder conquistar títulos mais frequentemente e, de preferência, mais importantes, nomeadamente torneios Masters 1000 e Grand Slams. Estará preparado para isso? Veremos…

Rafael Nadal e a dureza do piso duro

Já não há como negar que o tenista espanhol Rafael Nadal tem um problema sério no seu joelho direito, especialmente quando a carga física aumenta em pisos mais duros.

Se o espanhol consegue regularmente brilhar em terra batida sem que tal desgaste em demasia o seu joelho, a verdade é que o piso duro e a sua maior resistência têm obrigado o espanhol a algumas desistências indesejadas no passado recente.

A última delas aconteceu em Indian Wells. Depois de ter notado desconforto no exigente embate dos quartos de final diante de Karen Khachanov, Rafa teve mesmo de abandonar o torneio não chegando sequer a entrar em court para defrontar Roger Federer na partida das Meias-Finais para total desalento dos fãs da modalidade.

Rafael Nadal

Rafael nadal vs Roger Federer é uma das partidas clássicas da modalidade há muitos anos e qualquer oportunidade de assistir a nova versão desse clássico anima e entusiasma os fãs de Ténis, porém tal não foi possível devido às condicionantes físicas do espanhol que continuam a ser o principal empecilho à sua afirmação como presença assídua no topo do ranking mundial.

Nesta questão específica, Djokovic leva clara vantagem pois, embora tenha tido uma lesão que o terá afastado da elite do ténis mundial tempo relativamente alargado, a verdade é que se tratou de uma ocasião única e que, aparentemente não está a ter quaisquer repercussões físicas posteriores pelo que o tenista sérvio já comanda o ranking mundial há largas semanas e não parece muito interessado em perder esse estatuto.

Já Rafael Nadal, e com a época de terra batida no horizonte, precisa gerir a sua condição física a fim de atingir os píncaros da sua forma no Open de França na tentativa de somar mais um título na sua terra prometida.

E tendo em conta a forma como tem gerido a sua carreira nos últimos anos, temos de acreditar que ele irá fazer todos os possíveis para renovar o título de Roland Garros para o qual é destacadamente favorito a 1.90 na ESC Online.

Se o espanhol tiver de desistir de vários torneios até essa ocasião, ele irá fazê-lo pois serão sacrifícios em prol de um bem maior. Numa fase em que se torna cada vez mais difícil vencer torneios de Grand Slam em piso duro ou relva, Rafa Nadal precisa colocar todas as suas fichas na terra batida e será isso que fará, não importa os custos que tal possa vir a ter no restante da sua temporada.

No Open de França, o seu maior rival será naturalmente Novak Djokovic que está avaliado em 2.75 na bet.pt para vencer o Grand Slam gaulês pela segunda vez na sua carreira, mas será que o sérvio chegará a França num momento de forma suficientemente fulgurante ao ponto de colocar em causa a hegemonia do ‘Rei da Terra Batida’ no pó-de-tijolo de Paris?

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