Ponderadores nas apostas para se deitar fora

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Hoje, um artigo que muitos debatem vezes sem conta nos últimos tempos, falamos de ponderadores nas apostas para se deitar fora. Falo dos ponderadores de fator casa, fator fora, estádios vazios e casas até emprestadas, longe até da suas Terras de Origem!

PONDERADORES NAS APOSTAS PARA SE DEITAR FORA

Ponderadores nas apostas para se deitar fora, será mesmo este o tema abordar, pois tudo o que conhecemos hoje, ou até hoje, será deitado fora.

Ponderadores nas apostas

Depois do retorno de algumas ligas até a data da execução e publicação deste artigo, começamos a notar que a primeira, a Bundesliga, foi de certo modo usada de comparativo para as restantes. Esta situação não foi boa para nós, mesmo no, pós Covid19, cada liga abordou os restantes jogos de maneiras completamente distintas.

Se na Bundesliga continuamos um pouco na génese dos golos, os famosos Over’s, por outro lado, ligas como a Liga NOS, seguiram as suas pisadas, e com largo favoritismos aos “Underdogs” poderem obter mais “valor” nas nossas entradas. Mesmo a La Liga, veio tímida, mas destaca-se também por aquilo que sempre foi, uma liga modelar, ou modelada por jornadas, umas melhores outras mais atípicas.

De uma maneira geral, e para que sirva estes primeiros parágrafos de introdução ao que vos quero transmitir hoje, é que mesmo com termos de comparação, aqui e ali, as Ligas foram-se diferenciando, dando uma resposta diferente à longa paragem após a Pandemia da Covid19.

O título deste artigo é mesmo isso, deitar fora, a maneira como pensávamos ou dávamos peso aos nossos ponderadores. Foi tudo por água abaixo, apanhou tudo Covid, e já nada serve como termo de comparação para o nosso juízo final, a nossa aposta, certo?

As ligas, mesmo a Premier League, entraram tímidas de uma maneira geral, e algo que podemos já “generalizar” em todas elas, é que as equipas a jogar fora, estão a fazer algo mais do que o normal. Seja a marcar golos, ou a sacar empates estratégicos. Nem a pressão de algumas equipas a precisar de lugares, seja pela luta de lugares europeus, seja para evitar descidas ou Playoff’s, não se fizeram notar, tal peso!

TUDO AO LIXO?

Assim, o fator casa, ou a necessidade de pontuar, a ausência de adeptos e outros ponderadores estratégicos, vão todos para o lixo, hoje não fazem qualquer sentido, ponderá-los da mesma maneira, que o faziam numa “situação normal”, antes de tudo ter parado.

Algo que posso também acrescentar e tenho-me apercebido na Liga NOS, é que as equipas “menos cotadas” da Liga, até têm correspondido e superado ao que se esperava. No invés, equipas como Benfica, FC. Porto já se viu que aquilo não anda nada bem. Recentemente vi um treinador português, a referir que o fator publico é importante, mas que também permite a equipa visitante entrar de outra forma em certos estádios complicados.

Liga NOS

Concordo, vejo uma ligeira equalização generalizada entre as equipas mais fortes a jogar em casa contra equipas menos cotadas a jogar fora. Diria até que as Ligas ficaram homogéneas de uma maneira geral entre as equipas.

Vamos agora abordar os ponderadores mais usados nos sistemas de fair lines ou em modelos para nos auxiliar nas nossas apostas.

Obviamente e como sempre, irei abordar os ponderadores mais usados separadamente e dar aqui e ali alguns ajustes, ou ideias, para que possam pensar e ajustarem-se também e balanceando-os da maneira que vocês possam tirar mais valor.

FATOR SEM PÚBLICO NOS ESTÁDIOS

Este será o tema mais abordado nos últimos tempos e também o mais pedido pelas equipas, ligas, Presidentes, para que o público volte aos estádios.

De facto, e não é à toa que o coloco em primeiro lugar, e são os diversos os motivos para o colocar nesta posição. Se os Presidentes, treinadores aliás todos pedem de alguma forma que os estádios pelo menos tenham alguns adeptos é porque é realmente importante. De facto, é mesmo, o poder de um estádio cheio, ou meio cheio, mesmo com algumas pessoas é diferente.

Este ponderador caiu por terra, porque estádios complicados com uma massa adepta forte, neste momento, não tem o mesmo peso que tinha. Estádios como do Vitória de Guimarães é um belo exemplo disso. Temos outros, e mesmo equipas que levam um grande número de adeptos atrás, falo de um FC. Porto, Benfica, onde por norma a massa adepta está espalhada por Portugal inteiro.

Estadios de Futebol

Nessas deslocações equipas fortes em número de sócios espalhados por Portugal, perdem e muito essa capacidade, logo menos peso neste fator ponderação. Se todas as equipas falam nisto é porque realmente é importante, já para não falar que os adeptos, tanto puxam a equipa numa situação menos favorável ao jogo, como por outro lado podem ser menos críticos noutras situações.

Por vezes damos conta, quando os adeptos já estão algo fartos de certas atitudes da equipa que apoiam, ou fartos de algum treinador, a pressão aumenta e em casa ainda é pior. Em suma, um ponderador de apostas para ir para o lixo, pois, seja de uma fora ou de outra, este não é fator de sustentabilidade para nos podermos guiar e termos de alguma forma um peso aceitável para escolher uma aposta.

FATOR CASA/FORA

Uni estes dois pesos de decisão nas apostas, porque penso que é obvio, se temos que ter em conta o fator casa o de fora por vezes também é importante, pois temos equipas que quando vão a certos estádios, por norma ganham 99% das vezes.

Este é também é um ponderador de apostas para ir diretamente para a reciclagem, pois este ponderador está diretamente relacionado, com o anterior.

Fator Casa fora

Ora se não temos publico o fator casa caí por terra, assim como outras equipas que por norma se sentem confortáveis em certas deslocações, podem ressentirem-se disso. Um exemplo, uma ida do Benfica à Pedreira, onde por norma tem sempre uma massa adepta apoiar a equipa.

Colocar uma vez mais um peso decisório num fator casa ou fora é de todo impensável neste momento. Sabemos e temos visto alguns exemplos bem explícitos que este fator não pode nem deve ser levado em conta. Algo que também chamo à atenção, por exemplo, equipas ditas “mais fracas” a deslocarem-se ao Dragão sem publico é algo mais acessível, ou até entrar no estádio da Luz.

ESTÁDIOS EMPRESTADOS

Na Liga NOS, aconteceu ainda mais esta situação, equipas que não conseguiram reunir as condições impostas pela DGS (Direção Geral da Saúde) foram obrigados a pedir emprestado estádios para jogarem que fossem ao encontro de exigido pela autoridade de saúde em Portugal.

Falo do Santa Clara que se encontra a jogar na cidade do futebol, em Oeiras, casa da FPF (Federação Portuguesa de Futebol), e está a muitos quilómetros da sua ilha – Açores.

DGS

Outra equipa como os Belenenses, algo habituada a este “problema” já que com a sua divisão entre Clube e SAD, nunca teve um estádio próprio, se bem se lembram jogavam no estádio do Jamor.

Nestes dois exemplos, temos duas equipas em situações distintas se uma está habituada a não ter um lugar a outra não. Ora agora como vamos ponderar esta situação em específico? De maneira alguma, algo que é volátil e não tem qualquer sustentação decisória nos nossos ponderadores ou modelos estatísticos.

Quando se pondera, temos que sempre ter algo que nos compare, uma base de ponderação, uma ideia, um numero, ou uma estatística, e obviamente nenhum dos fatores anteriores nos dão margem para isso, logo mais um ponderador para ir para a reciclagem.

FATOR FISICO/MENTAL OU DE OBJETIVIDADE AO JOGO

Uma breve passagem nestes fatores, porque é algo que deve ser pensado, e não temos qualquer feedback sobre eles.

A questão física dos jogadores basta olhar para as lesões, e o ritmo de jogo colocados em campo. A nível de objetividade da equipa, parece que para alguns, isto já acabou, outros mesmo com grandes objetivos ainda pela frente, nem parece que interessa.

Casos como o FC. Porto e Benfica onde a luta pelo título e lugar direto numa Liga dos Campeões é sinal de encaixe financeiro, parece que não está na cabeça dos jogadores.

champions league

Agora leva-me apensar algo mais, tipo, mesmo que estes objetivos estejam na mente de cada um dos intervenientes das equipas, será que os jogadores, têm “pernas” para corresponder? As tantas não, ou o psicológico não acompanha ou bloqueia a pressão de querer ser campeão.

Tudo explicado, por tópicos e agora a questão que se coloca, é, mas então o que fazer? Vou então dar a minha opinião, repito, a minha opinião, do que se deve ter em conta ou o que eu fiz, sem verdade científica e apenas em fase de experimentação.

CONCLUSÃO

Se estes fatores vão para o lixo, nada melhor de que os colocar a zero, ou nem olhar ou pesar tais ponderadores. Foi o que eu fiz. Em suma faço uma análise como se tivéssemos numa fase final de um Europeu ou do Campeonato do Mundo.

Avalio e pondero como se nada estivesse a acontecer, como se colocasse as equipas a jogar em gravidade zero na Lua. Basicamente reforcei as últimas prestações dos últimos jogos e numa base mais qualitativa e menos estatística.

Chamo-lhe o fator Covid19, assim o batizei, este é o que me leva a fazer “reset” em todos os outros e olhar para um jogo de uma maneira mais “justa” e equilibrada entre as duas equipas. Em suma e como se colocasse os meus ponderadores todos a 50%.

Digamos é como eu esteja a enganar a tabela, ou a balança, colocando e ajustando de uma maneira mais equilibrada o jogo. Não me tenho dado mal, pois por norma, aqui e ali tem sido este o mote que tem acontecido nas principais Ligas Europeias.

Ajustar os pesos, ou melhor nem os colocar nos pratos da balança, tendo por norma, a que o ponteiro não se mexa e com isso, podemos afirmar que podemos ter um jogo mais equilibrado mesmos entre duas equipas distintas, ou a ocupar lugares bem diferentes da tabela classificativa da liga que disputam.

Assim, finalizando este artigo, a minha opinião é que façamos as nossas análises pré jogo de uma maneira mais equilibrada possível, e não podemos pesar, ou tirar peso, pois no fim a balança está mais perto do zero.

Obviamente, remeto atenção ás Odds, que as casas de apostas teimam em continuar a dar o tal desajuste que na prática não é assim tão claro, mas é normal, pois elas tendem a protegerem-se e já aqui falei do Juice nas apostas, o resto que vier, é ainda mais lucro para elas.

Por hoje é tudo, um abraço e boas apostas e claro boa sorte!

 

 

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2 Comentários para “Ponderadores nas apostas para se deitar fora”

  • Avatar
    miguelyn comentou:

    Eu como amante da natureza só mando para o lixo, aquilo que é mesmo lixo. De resto aplico os 3 (ou agora 5) R’s
    E na questão aqui abordada, não é diferente.
    Concordo em absoluto com este artigo.
    Só dou um destino diferente ao “lixo”. Reutilizo-o.
    Como? Simples?
    O que dantes tinha sinal “+”, agora passa a ter sinal “-” e vice versa.
    E assim as minhas apostas têm residido sistematicamente nos handicaps positivos em jogos com grandes favoritos.
    A minha vantagem:
    Os bookies sabem que os favoritos não são assim tão favoritos. Mas também sabem que o grande público os continua a achar favoritos e como têm de equilibrar as balanças para assim obter o seu juice, fazem-no puxando as linhas para os favoritos (ou, mantendo-as, tal qual pré-covid). Ora, eu aproveito-me e carrego nos underdogs.

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