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Portimonense Liga NOS 2018/2019 – Guia e Análise

Portimonense Liga NOS 2018/2019 – Guia e Análise

PORTIMONENSE • VENTOS DE MUDANÇA

O Portimonense é outra das equipas que se torna difícil dissociá-la de Vítor Oliveira.

O experiente técnico, especialista em subir equipas ao escalão maior do futebol português, foi o responsável por subir o Portimonense. Das poucas vezes que aceitou continuar num clube da primeira divisão, em boa hora o fez.

Terminou no honroso 10º lugar, mas mais do que o lugar alcançado viu-se uma equipa alegre, dinâmica e a jogar um bom futebol. Não era difícil saber o que esperar do Portimonense, jogasse em casa ou como visitante.

Uma equipa letal nas transições, mas também capaz de ter bola e uma boa relação com o golo.

Estava ali um projecto interessante, comandado por um dos mais experientes treinadores do nosso futebol. No entanto, voltou a abraçar um desafio de tentar subir mais uma equipa à Liga NOS, agora o Paços de Ferreira.

Essa opção não foi surpreendente, já o mesmo não se pode dizer da escolha do seu sucessor – António Folha. Não colocando em causa a qualidade e os conhecimentos do novo treinador, a mudança foi no mínimo radical, e só o tempo dirá se a escolha foi ou não acertada.

No ano passado, muito do sucesso do Portimonense, sobretudo em termos ofensivos, passou muito por jogadores como Paulinho, Nakajima e Fabrício. O primeiro saiu a meio da época para o FC Porto, mas mesmo assim, Nakajima e Fabrício continuaram a dar conta do recado.

Este ano perdem Fabrício, o melhor artilheiro do clube algarvio, e um jogador que acrescentava muita qualidade no ataque, mesmo quando não marcava.

Com Paulinho dispensado do FC Porto ainda se fala na possibilidade de retornar a Portimão, e caso isso acontecesse seria novamente um jogador essencial no onze agora liderado por António Folha.

Só o tempo dirá como será esta nova “roupagem” do Portimonense.

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS • ENTRADAS E SAÍDAS

mercado transferencias

Entradas: Rafael Barbosa (Sporting B), Nedeljko Stojisic (BASK Belgrado), Iago Oliveira (São Paulo), Brendon (Académica), Maycon (Ferroviária), David Addy (Riga), Guilherme Lazaroni (Figueirense), Fernandinho (Mamoré), Ewerton Pereira (FC Porto)

Saídas: Fabrício (Urawa Reds), Carlos Henriques (P. Ferreira), Rafa Soares (V.Guimarães), Ricardo Pessoa (Fim da Carreira), Wenderson Galeno (Rio Ave), Fede Varela (Rayo Majadahonda), Ewerton Pereira (FC Porto), Rui Costa (FC Porto B)

Treinador: António Folha (47 anos) – Mais um estreante na 1ª divisão. Foi adjunto no Penafiel (2005-2006) e no FC Porto (2013-2014), e trabalhou na equipa B do FC Porto.

Terá agora o maior desafio da sua carreira, e uma herança “pesada” uma vez que além da permanência, os adeptos pedem um bom futebol, tal como tinham com Vítor Oliveira.

EQUIPA BASE • FIGURAS DA EQUIPA • PONTOS FORTES E FRACOS

EQUIPA BASE

portimonense time

Ainda estamos numa fase embrionária, mas os jogadores que estiveram em destaque na época passada, e tendo em conta as contratações, o onze inicial não deverá ser muito diferente do apresentado.

A estrutura defensiva será praticamente a mesma do ano passado, com excepção da lateral esquerda em que Lazaroni regressa e parte em vantagem pelo conhecimento que já tem sobre o clube e a Liga NOS.

No trio de meio campo, e com o regresso de Ewerton, o Portimonense poderá repetir o trio que tão boas soluções deu no ano passado com Pedro Sá e ainda Dener. Também Rafael Barbosa tem potencial para se impor no trio de meio campo.

Na frente, Nakajima promete continuar a ser o homem que “acende as luzes da equipa”, uma vez que é um jogador num nível acima, pelo que joga e faz jogar. Terá novamente a companhia de Tabata ou mesmo de Wellington.

Em suma, falta Fabrício, o único que deixou uma vaga por preencher, e que será natural o Portimonense ir ao mercado, até porque Nakajima também é um jogador com muito mercado, e no caso de sair serão esperados ainda mais reforços para o clube algarvio.

FIGURAS DA EQUIPA

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Nakajima – É claramente a estrela da equipa, já o foi no ano passado e promete voltar a sê-lo, caso fique. Um jogador claramente acima da média, com uma facilidade incrível na finalização, dotado de uma capacidade técnica invulgar e ainda alia a isso tudo uma velocidade de execução notável.

Pedro Sá – A âncora da equipa, quer jogue a 6 ou a 8, é um dos elementos em que se pode sempre confiar pois não sabe jogar mal. Tem um “grande pulmão”, é agressivo na pressão, forte na marcação e tem um sentido posicional muito acima da média.

Dener – O complemento ideal para Pedro Sá, um jogador todo o terreno que reúne a bom nível todos os atributos necessários para um jogador na sua posição.

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PONTOS FORTES

O bom trabalho desenvolvido por Vítor Oliveira que fez crescer muitos destes jogadores, agora à disposição de António Folha.

A qualidade da equipa no meio campo e nos extremos.

PONTOS FRACOS

Falta um homem golo, claramente um nº 9. Pires tem 37 anos e será preciso o Portimonense encontrar um substituto à altura de Fabrício.

Os laterais são um ponto frágil da equipa, sobretudo defensivamente estão longe de assegurarem uma boa capacidade defensiva, e isso já foi notório no ano passado.

A incógnita quanto ao rendimento de António Folha como treinador numa equipa de primeira divisão. Pelo menos falta experiência e traquejo, algo que Vítor Oliveira tinha de sobra.

ATÉ ONDE PODE CHEGAR

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Aqui torna-se difícil antever um lugar específico onde o Portimonense possa chegar.

Com a equipa base do ano passado, irá depender muito mais da capacidade do seu técnico, e claro também dos restantes adversários.

No entanto diria que será difícil ir além da luta pela manutenção.

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Autor: Duarte Pinto