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Portugal com tarefa difícil no regresso ao Europeu de Andebol

O Campeonato da Europa de Andebol arranca já esta quinta-feira. Portugal marcará presença na competição catorze anos depois e está inserido num Grupo de onde será realmente complicado sair com vida rumo à fase seguinte.

Relembrar tempos áureos do nosso Andebol

Foi nos finais dos anos 90 e no início do novo milénio que Portugal viveu os seus melhores tempos no respeita ao Andebol tendo mesmo participado em cinco Europeus consecutivamente.

Portugal com tarefa difícil no regresso ao Europeu de Andebol

Jogadores como Carlos Resende, Eduardo Filipe, Carlos Galambas ou Ricardo Andorinho eram peças chave na manobra de uma geração manifestamente talentosa que elevou o nosso andebol até prestações nunca mais vistas desde então.

Em 2000, Portugal conseguiu mesmo terminar na sétima posição do certame, mas viria a despedir-se destas andanças em 2006 de forma muito dececionante ao terminar na 15ª posição da prova, equivalente ao penúltimo lugar.

Agora, os tempos são outros e muita coisa mudou desde então com Portugal a ter atualmente uma nova geração de talentos que faz sonhar os amantes da modalidade, mas será isso suficiente para uma campanha de sucesso na Noruega neste começo de ano civil?

Gilberto Duarte é baixa de vulto nas escolhas de Paulo Pereira

O selecionador nacional de Andebol escolheu 18 jogadores para representarem a equipa das quinas neste Europeu, mas a ausência de Gilberto Duarte – lesionado – é um rude golpe nas aspirações lusas tendo em conta que se trata do jogador mais conceituado do nosso andebol.

Depois de se destacar ao serviço do FC Porto em Portugal, o lateral goleador saltou para a Polónia onde representou o Wisla Plock por duas temporadas, transferindo-se depois para o Barcelona na época anterior e trocando novamente de clube esta época, ingressando nos franceses do Montpellier.

Em suma, desde que saiu de Portugal, Gilberto tem mantido a sua cotação internacional revelando-se peça essencial nos clubes por onde tem passado, todos eles clubes que lutam pelos mais importantes títulos europeus de clubes.

Com a camisola de Portugal, Gilberto Duarte soma 286 golos em 92 partidas numa média superior a três golos por encontro que demonstram a sua influência ofensiva na manobra da turma de Paulo Pereira.

Muitos podem pensar que três golos por jogo não é assim tanto, mas não podemos ignorar que o jogador natural de Portimão teve uma entrada faseada na equipa das quinas quando ainda era jovem, altura em que a sua utilização era mais limitada.

Naturalizados mascaram debilidades crónicas

Uma das grandes diferenças do Portugal do início dos anos 2000 para o Portugal atual é claramente o número de naturalizados presentes na equipa nacional.

Para esta competição, Portugal conta com quatro jogadores naturalizados que visam aumentar a qualidade e capacidade física da nossa equipa em posições carentes.

Na baliza, Alfredo Quintana é claramente o melhor na sua posição em Portugal e, após vários anos a representar o FC Porto, foi com normalidade que obteve a sua nacionalidade lusitana.

O mesmo acontece com os pivôs cubanos Alexis Borges e Daymaro Salina que já estão há alguns anos na cidade do Porto e por isso estão disponíveis para serem opção para Paulo Pereira.

Para concluir, o luso-brasileiro ex-Benfica Alexandre Cavalcanti oferece uma boa alternativa nas laterais. Com apenas 23 anos e já tendo dado o salto para o estrangeiro onde atualmente representa o Nantes, este é mais um valor seguro do nosso andebol que pode contribuir para uma campanha satisfatória em 2020.

Além dos convocados, outros jogadores de qualidade poderiam ter sido incluídos na convocatória e isso só reforça a ideia de que o nosso andebol está hoje mais forte: Manuel Gaspar, Edmilson Araújo ou Pedro Seabra Marques eram outras opções que poderiam facilmente ter integrado o leque de convocados.

Um Grupo D a duas velocidades

Apesar das expetativas lusas, parece claro que só um grande feito poderia permitir a Portugal seguir em frente num Grupo D onde medirá forças com a Noruega – país anfitrião e finalista do último Mundial – e a França – crónico campeão e 3º no último Mundial.

Para que se tenha uma ideia mais concreta, a França é a segunda favorita à conquista da competição com cotações de 4.00 na Betano, enquanto a Noruega também não está muito longe a 8.00 na sexta posição da lista de candidatos.

Portugal inicia a sua participação já na Sexta-feira diante dos gauleses e será claramente ‘underdog’ a 6.75 na Betclic ao passo que a França negoceia a somente 1.09 para vencer essa partida.

Realisticamente, a melhor chance de Portugal vencer uma partida neste Euro-2020 será diante da estreante Bósnia-Herzegovina que claramente estará num patamar mais ao alcance da formação lusa.

Portugal enfrenta a Bósnia no Dia 12 e até é favorito para esse encontro a 1.38 de acordo com as principais casas de apostas em Portugal..

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