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Prédio do árbitro Vasco Santos foi vandalizado

Prédio do árbitro Vasco Santos foi vandalizado

Depois do polémico Benfica vs Belenenses onde Vasco Santos esteve como vídeo árbitro neste jogo, a FPF veio informar que esta madrugada o prédio do arbitro foi vandalizado.

O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, denunciou este acto e mostrando a sua total solidariedade com o arbitro, onde repudiou este tipo de “comportamentos” e o “discurso de ódio”.

Segundo o jornal A bola apurou, durante a madrugada as portas e as paredes do edifício onde mora o árbitro da AF Porto, foram pintadas com frases:

“Aqui mora um pulha pidesco”

– esta foi uma das frases que se pode ler nas paredes.

Este acto foi comunicado às autoridades.

Para refrescar o porquê da polémica deste jogo, tudo terá passado pela acção do jogador do Benfica, Eliseu, após ter cometido uma falta dura sobre um jogador do Belenenses.

O Conselho de Disciplina abriu um processo onde arquivou concluindo que não existiam claros indícios de infração por parte do jogador encarnado.

Na altura Vasco Santos nomeado com VAR para este jogo, assumiu que viu o lance por diversos ângulos e defendeu não ter existido nenhuma agressão ou prática de jogo violento, assim não alertou o árbitro Rui Costa.

Segue o comunicado na íntegra:

1. O prédio onde mora o árbitro C1 Vasco Santos foi esta madrugada vandalizado.
2. O Conselho de Arbitragem fará chegar ainda hoje toda a informação disponível às autoridades, a exemplo do que sucedeu em ocasiões anteriores com episódios da mesma natureza.
3. O Conselho de Arbitragem condena de forma inequívoca e veemente este tipo de comportamento que visa perturbar os agentes da arbitragem.
4. O comportamento irresponsável de agentes desportivos em relação aos árbitros e à arbitragem, velho de décadas, é potenciador deste tipo de situações.
5. Tal como teve oportunidade de sublinhar recentemente, o Conselho de Arbitragem nota que os castigos a árbitros são efetivos enquanto os castigos a dirigentes desportivos produzem reduzido efeito prático.
6. O Conselho de Arbitragem exorta os clubes a demonstrar que são capazes de analisar a gravidade deste tipo de situações e encontrar soluções imediatas no quadro da autorregulação existente.
7. O discurso de ódio dos agentes desportivos tem como principal vítima a arbitragem – e o futebol! -, o que é insuportável e inaceitável.
8. O discurso de ódio no futebol tem de parar de imediato.
9. O Conselho de Arbitragem apela às autoridades públicas para que não esperem por uma tragédia para intervir.
10. O Conselho de Arbitragem defenderá de forma enérgica e inequívoca todos os árbitros portugueses.

Fonte: Jornal A Bola

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