Previamente agendado para se realizar em 2020, o evento de escala global viu o surgimento da pandemia do novo coronavírus adiar a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio para o próximo verão. Numa altura em que ainda se fala na possibilidade de novo adiamento (ou até cancelamento), o destaque atual vai para a demissão do líder máximo da organização, após ter proferido uma série de comentários de teor sexista.

COMENTÁRIOS PRIVADOS SOBRE AS MULHERES CAÍRAM NA IMPRENSA JAPONESA

As declarações de Yoshiro Mori, líder máximo da organização que está a cargo da realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, foram feitas em contexto privado, numa alegada reunião com os seus pares, mas acabaram por vazar na imprensa japonesa e criar uma onda de contestação entre a população.

📍 Coisas como «as reuniões com mulheres demoram mais tempo», por estas serem «mais competitivas», ou «se um membro feminino levantar a mão para falar, as outras mulheres podem achar que também precisam de falar» foram alguns dos comentários revelados pela NHK, a televisão pública do Japão.

Antigo primeiro-ministro nipónico, Yoshiro Mori terá, ainda, alertado que «se quiseres aumentar o número de membros femininos, vais ficar em sarilhos, a não ser que imponhas limite de tempo».

As declarações foram confirmadas pelo próprio responsável máximo pela organização dos Jogos, em conferência de imprensa realizada no dia seguinte, onde Mori terá mostrado arrependimento pelo que havia dito na antecâmara.

A verdade é que a revolta da opinião pública acabou por ser determinante para o decurso da situação e, antes de uma reunião que estaria agendada para esta sexta-feira por parte da comissão de organização do evento para discutir o futuro do presidente, Mori apresentou a demissão.

A sucessão estará a cargo de Saburo Kawabuchi, antigo presidente da Associação Japonesa de Futebol e que já desempenhava, aos 84 anos de idade, funções de supervisão da aldeia olímpica.

COMENTÁRIOS PRIVADOS SOBRE AS MULHERES CAÍRAM NA IMPRENSA JAPONESA

IMPRENSA BRITÂNICA SUGERE QUE GOVERNO JAPONÊS JÁ DECIDIU CANCELAR OS JOGOS OLÍMPICOS

A situação pandémica que se mantém em 2021 por todo o planeta tem gerado algumas dúvidas sobre o avanço na realização dos Jogos Olímpicos inicialmente previstos para 2020, ainda que a intenção da organização do evento seja a de ir para a frente.

Quem não está de acordo com a decisão parece ser a grande maioria da população japonesa, visto que, de acordo com uma sondagem levada a cabo pela cadeia de televisão local NHK, cerca de 77% dos entrevistados considera que a realização deveria ser novamente suspensa e adiada ou até mesmo cancelada.

Em Inglaterra, o jornal The Times já avançou mesmo com a notícia de que o Governo japonês já teria decidido internamente dar luz vermelha à realização dos Jogos Olímpicos em 2021, ao mesmo tempo de que já direcionava esforços para garantir o evento no próximo ano disponível, o seja, em 2032. Por sinal, abordamos este tema aqui: Jogos Olímpicos finalmente adiados por um ano

ATLETAS SEM QUARENTENA OBRIGATÓRIA, MAS COM AVISO DE FESTEJOS LIMITADOS

A verdade é que, em sentido contrário ao fluxo de notícias que chegou da imprensa britânica, a comissão de organização dos Jogos já publicou o Playbook, uma espécie de manual com todas as regras a cumprir antes, durante e após o aparato. De lado ficou a obrigatoriedade de os atletas só poderem vir a competir depois de serem vacinados, bem como a realização de uma quarentena obrigatória à chegada ao Japão.

Segundo o comité organizador, será, no entanto, necessário a todos os envolvidos (desde os milhares de jogadores a elementos de staff, comitiva, equipa de jornalistas, entre outros) a apresentação de um teste negativo ao novo coronavírus feito até 72 horas antes da partida para solo nipónico.

Os casos de atletas que testem positivo à infeção que provoca a covid-19 vão ser tidos como «não aptos a competir», ao passo que as situações em que os envolvidos tenham tido contato próximo com uma pessoa infetada só receberão luz verde para tornar a competir após a apresentação de testes negativos.

O documento-guia para a realização tanto dos Jogos Olímpicos como dos Paralímpicos – que se realizam entre 23 de julho e 8 de agosto e de 24 de agosto a 5 de setembro, respetivamente – indica ainda a necessidade de encontrar outro tipo de celebrações diferentes das habituais, sem esclarecer de forma mais específica as normas de comportamento aquando da cerimónia da entrega das medalhas.

Num aviso claro para que as medidas de segurança protocolares sejam cumpridas pelos atletas, a comissão garante também que «as violações reiteradas ou graves às regras podem levar à retirada da credencial».

 

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