Prognóstico e Apostas para
Roger Federer vs Tomas Berdych
– 15 de Novembro às 20h00 –
Roger Federer:
O jogador suíço de 34 anos é o actual nº 3 do ranking ATP. Dispensa qualquer tipo de apresentações sendo considerado, por muitos, como o melhor de todos os tempos. Prefere competir em pisos rápidos. Participa pela 14º ocasião neste torneio tendo conquistado 6 títulos no passado (o último em 2011 sendo que, na edição do ano passado, foi finalista vencido).
Tomas Berdych:
O checo de 30 anos é o nº 6 do Mundo. O jogador destro é detentor de um óptimo serviço, demonstra grande potência na sua direita e apresenta um excelente jogo de pés para a altura que tem (1,96m). Apresenta um bom jogo do fundo do court sendo, por norma, eficiente quando opta por ir à rede. Em suma, considero-o um all court player que prefere competir em pisos rápidos. Irá competir, neste torneio, pela 6º vez sendo que, na edição do ano passado, não passou da fase de grupos.
Head to Head:
Roger Federer 14 VS 6 Tomas Berdych (7-4 em hard courts)
Prognóstico Roger Federer vs Tomas Berdych:
Conclusão:
Caso o suíço se apresente a um nível elevado, deverá vencer este embate em 2 sets sem grande história. No entanto, creio que o checo tem condições para, pelo menos, vender cara uma possívell derrota neste embate. No último mês e meio de competição, Berdych melhorou os seus níveis de jogo sobretudo na sua consistência fruto de uma maior confiança em si próprio. Venceu os torneios disputados em Shenzhen e Estocolmo. Pelo meio, espantou alguns dos seus “fantasmas” vencendo um dos seus carrascos – Simon – e batendo, no Masters de Paris, um top 10 mundial (no caso, Tsonga) pela 3º vez na época de 2015 (a última vez tinha sido em Monte Carlo onde bateu Raonic após desistência do canadiano) entrando para este torneio com um registo de 3-11 frente a adversários dessa categoria. No Masters francês conseguiu, inclusivamente, discutir o jogo dos “quartos” frente ao intratável Djoko perdendo, na altura, por duplo 7-6 (diga-se, em abono da verdade, que o sérvio jogou bem abaixo daquilo que viria a demonstrar na final mas, de um modo geral, considero que o checo deu uma boa réplica). Por outro lado, é, para mim, evidente que Federer atingiu o seu pico de forma por volta do USO onde apresentou um ténis de enorme qualidade tendo perdido esse mesmo torneio para um magnífico Djokovic. Daí para cá, ele conquistou o torneio de Basileia sem grande brilho e pouco mais há a registar de relevante. Portanto, acredito que ele se apresente neste torneio a um nível não muito elevado e dentro daquilo que apresentou em Basileia. Assim sendo e somando todas estas premissas, vejo o checo com condições para discutir o resultado.
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