Este é um assunto que promete gerar pano para mangas e em torno do qual ainda há alguma indefinição, mas vários jogadores que estiveram recentemente ao serviço das seleções nacionais poderão ter de ficar de fora dos próximos compromissos das suas equipas na Premier League, para cumprir quarentena obrigatória. Um tema que nos obriga a ter atenção redobrada na preparação das nossas apostas.

O MODELO INGLÊS PARA O COMBATE À COVID-19

Há cerca de duas semanas o governo britânico endureceu a sua posição relativamente às medidas de combate à propagação da pandemia do novo coronavírus.

Antes voluntário, o isolamento profilático é agora obrigatório a todos os cidadãos que cheguem ao Reino Unido provenientes de locais considerados de alto risco de contágio ou que tenham testado positivo ou estado em contato com alguém que tivesse infetado.

No desporto de alta competição, o protocolo abriu algumas exceções, mas apenas a atletas que regressem de zonas consideradas seguras pelo governo britânico.

Ora, Portugal Continental e, mais especificamente, a Área Metropolitana de Lisboa estão entre as zonas de alto risco, numa altura em que o número de novos casos diários continua a crescer e a bater recordes.

O CASO MUITO PARTICULAR DO WOLVES

INTERNACIONAIS LUSOS OBRIGADOS A QUARENTENA APÓS POSITIVO DE CRISTIANO RONALDO

Da última convocatória feita pelo selecionador Fernando Santos, 10 jogadores competem no mais alto escalão do futebol inglês.

Depois de José Fonte ter acusado positivo à infeção pela covid-19 numa fase inicial do estágio feito recentemente pela Seleção Portuguesa, foi o guarda-redes Anthony Lopes o segundo atleta a acusar positivo nos testes de rotina feitos no seio das equipas.

Nada que parecesse muito extraordinário, não tivesse caído como uma bomba a notícia de que Cristiano Ronaldo era o terceiro e mais recente elemento da comitiva portuguesa infetado, chegando mesmo a correr pelas redes sociais várias imagens do craque da Juventus a trocar impressões junto de Kylian Mbappé e dos colegas de equipa pouco tempo antes de acusar positivo.

Além de regressarem de uma zona de alto risco de contágio, os internacionais portugueses que competem na Premier League estiveram em contato próximo com Ronaldo, pelo que deverão mesmo ter de ficar sujeitos a uma quarentena de 10 a 14 dias antes de poder voltar à competição.

Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Neves, João Moutinho e Daniel Podence (Wolverhampton), Bruno Fernandes (Manchester United), João Cancelo, Rúben Dias e Bernardo Silva (Manchester City) e Diogo Jota (Liverpool) são os visados.

O CASO MUITO PARTICULAR DO WOLVES

Conhecida por ter nas suas fileiras uma autêntica armada portuguesa, chegando mesmo a atuar com mais atletas portugueses na equipa titular do que a maior parte das equipas da Liga NOS, o Wolves estará a braços com uma situação bastante delicada.

Com Nuno Espírito Santo privado do contributo de Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Neves, João Moutinho e Daniel Podence, o Wolves estará com quatro baixas de peso para a visita da próxima segunda-feira ao Leeds United de Marcelo Bielsa, que até tem feito um belo início de campeonato.

Esta é, no entanto, uma situação que carece de confirmação, visto que o Wolverhampton deverá tentar recorrer a algum meio legal para poder contar com os jogadores, assim testem negativo as vezes necessárias para poderem ir a jogo.

“BIG SIX” AMEAÇARAM BOICOTE À PREMIER LEAGU

Um exemplo muito direto e prático de como a pandemia interfere na nossa abordagem ao mercado das apostas online e que obriga a uma atenção redobrada, nomeadamente na procura do conhecimento sobre jogadores disponíveis e indisponíveis, sendo que, na minha opinião, o mais seguro será mesmo aguardar pelos onzes iniciais oficiais das equipas, ainda que isso implique poder perder algumas oportunidades de encontrar valor.

No caso específico do Leeds vs Wolves, as odds de abertura (há cerca de três semanas) sofreram quase que uma inversão relativamente ao favoritismo no mercado de 1X2.

De momento, a Betano cota a vitória do Leeds a 2.40, o Empate a 3.15 e o triunfo dos homens de Nuno Espírito Santo a 2.90.

“BIG SIX” AMEAÇARAM BOICOTE À PREMIER LEAGUE

Ao longo da semana, tem sido discutido em Inglaterra a execução do Project Big Picture (PBP), um plano fomentado por Liverpool e Manchester United para dilatar o poder de decisão dos clubes mais importantes da Premier League, através de ajudas financeiras aos escalões inferiores e ao futebol amador.

Segundo Greg Clarke, presidente da Federação Inglesa (FA), os seis maiores emblemas do campeonato inglês (Liverpool, Manchester United, Manchester City, Arsenal, Chelsea e Tottenham) chegaram mesmo a ameaçar deixar a competição caso o plano não fosse aprovado.

«O principal objetivo das discussões passou a ser a concentração de poder e riqueza nas mãos de alguns clubes, chegando a ser lançada a ameaça da criação de outra liga. Aconselhei a que existisse uma abordagem mais consensual e que envolvesse todos os clubes da Premier», esclareceu Greg Clarke.

 

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