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Prognostico Roger Federer v Andy Roddick – Wimbledon

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Confrontos Anteriores: Roddick 2 X Federer 18

Um H2H assustador, um adversário em grande forma e um alto desgaste nos últimos dois jogos, estes são os obstaculos do americano Andy Roddick neste seu retorno triunfal as finais de um Grand Slam. O americano muitas vezes depreciado pelo público mais leigo do tênis é um tenista muito forte que além de ser dos poucos atuantes no circuito que já venceu um Slam, permanece entre os 10 melhores do mundo por muito tempo, feitos que as vezes fica obscurecido por ele estar na mesma era de gênios tão grandes do esporte como Federer e Nadal.

Dono de um grande serviço e uma direita poderosa o americano sempre foi um tenista impaciente querendo matar os pontos rapidamente, mas a chegada de Stefanski como técnico do norte americano ajudou a reformar e a ajudar o americano a jogar na plenitude de suas capacidades: Um backhand sempre frágil, ineficiente e muito atacante se tornou um golpe que embora ainda não decisivo, não compromete mais tanto e serve muito bem para a defesa, a impaciência transformou em tranquilidade e hoje Roddick, em sua versão trocador, se entrega aos moldes que o tênis atual tem se entregado e não se furta a trocas muitas bolas na quadra sem pressa para fechar os pontos e tentando forçar o erro do adversário. E claro, a celebre frase de Stenfanki que ao chegar para treinar o americano, foi abordado por Roddick dizendo que ele estava disponivel para qualquer coisa necessária e a resposta, segundo Roddick, foi assustadora: Você tem de perder de 8 a 10 kilos. E hoje o americano mais fino e mais atlético não se ressente tanto fisicamente de enfrentar longos jogos e longas trocas com muita correria na quadra. E os resultados aparaceram e Roddick é um dos melhores tenistas da temporada com ótimos resultados e perdendo somente para os super tops do circuito: começou o ano com a final em Doha perdendo para Murray, semifinal no Aberto da Austrália onde perdeu para Federer, campeão em Memphis, semifinal em Indian Wells onde perdeu para Nadal, quartas em Miami e Madrid onde perdeu para Federer novamente, oitavas no aberto da França onde realizou a melhor campanha de sua carreira, semifinal em Queens e a final agora em Wimbledon.

Do outro lado temos simplesmente o melhor tenista da história que alguns tentam detratar com teses ridiculas sobre a fraqueza do circuito ou outras teorias ainda menos embasadas. O suiço Roger Federer é o expoente de sua geração com um tênis lindo e mais do que tudo eficiente, capaz de jogar na rede, assim como é dono de um sólido jogo na linha de base o suiço tem sacado muito, provando que o problema nas costas foi superado, e depois da chegado ao recorde de Sampra e finalmente de ter completado o Slam parece ter readquirido a confiança e tem jogado um tênis soberbo neste torneio em Wimbledon tendo eliminado Soderling e Haas que faziam um torneio sensacional. O suiço tem um registro na grama capaz de botar medo no próprio Diabo no inferno são 88 jogos na carreira e 10 derrotas, e depois de sua consolidação nos últimos 50 jogos o suiço sofreu apenas 1 derrota, ano passado diante do espanhol Nadal. O Ano de Federer parecia que seria de pesadelo depois de mais uma derrota para Nadal em Melbourne e a sequeência de maus resultados no começo das quadras rápidas e de terra, mas a virada veio em Madrid onde diante da torcida espanhol bateu Nadal em confortáveis 2X0 e conquistou o Master de Madrid, e a superação veio na França aonde depois de jogos dramáticos e durissimos o suiço finalmente conquistou o aberto da França e completou o desejado Slam e de quebra empatou com Sampras.

Apesar de respeitar muito o tênis do americano não acredito que ele poderá surpreender o suiço nesta final. O americano vem de um profundo desgaste contra Roddick e contra Murray, e a táctica adotada contra o escocês não funcionará contra Federer já que se Roddick jogar agressivamente terá de tomar cuidado para não ser atropelado. Na verdade, Roddick vai assumir a atitude que geralmente os outros tenistas usam para enfrentar o suiço, se defender muito, sacar demais e usar e abusar das trocas de bola forçando o jogo no backhand de Federer que não é o seu melhor golpe. O grande problema na minha visão é que contra sacadores táticos como Nadal, Murray, Federer as vezes encontra problemas com os dois tipos de devolução que geralmente utiliza que é o slice ou a esquerda chapada já que ambas não atacam o adversário na devolução, mas contra grandes sacadores esta devolução defensiva é muito eficiente como pudermos ver contra Karlovic, e o saque do americano é mais força do que tático. Portanto, acredito que Federer até mesmo pela experiência conseguirá dar conta do saque de Roddick. Com relação ao jogo em si, por mais que o americano tenha assumido essa faceta trocadora, ele não se equipara as qualidades de Nadal, Murray e Djokovic que quando resolvem ser trocadores incomodam um pouco Federer, seus golpes não tem tanta intensidade e ele poderá contar muito com a direita para atacar Federer nas trocas, mas no conjunto o tênis do americano é inferior ao do suiço. Neste sentido, e com a confiança lá em cima acredito que Federer deva dominar esta final , no começo pode enfrentar alguma dificuldade com a vontade de Roddick, mas vejo vantagens técnicas para ele atuar tanto no tie break como nos momentos mais decisivos. Ele está tranquilo, confiante e com vontade de retormar a coroa em Wimbledon. O Caso Roddick- Federer me parece um caso clássico de encaixe de jogo com claras vantagens para o suiço.

Prognóstico para ApostasQuotaUn.Casa de ApostasEstado
Under 38.5 games
1.92
5
perdida

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