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Roland Garros 2019: Rafael Nadal encontra a melhor forma no momento ideal

O mítico torneio de Grand Slam em terra batida, o famoso Roland Garros, inicia-se já este Domingo e há semelhança do que tem sucedido na última década, Rafael Nadal surge como grande favorito à conquista do torneio e, consequentemente como o grande alvo a abater pela concorrência.

Triunfo em Roma moraliza o ‘Rei da Terra Batida’

Ao contrário de anos anteriores, o melhor tenista em terra batida de todos os tempos sofreu um pouco para encontrar a sua melhor forma nos eventos Masters 1000 e 500 em pó-de-tijolo que antecedem o Open de França, servindo assim como preparação para o torneio gaulês.

É certo que Rafa Nadal não teve problemas em despachar todo o tipo de concorrência mediana nos torneios de Monte Carlo, Barcelona e Madrid, no entanto acabou por cair nas semifinais em todas essas ocasiões frente a adversários de valor, mas que em circunstâncias normais o espanhol conseguiria bater.

nadal roma

Em Monte Carlo, o tenista italiano Fabio Fognini puxou dos galões e venceu em dois sets a caminho da conquista do torneio.

Posteriormente, em Barcelona num torneio ATP500 de menor nomeada, Nadal voltou a desiludir ao seu claramente batido por Dominic Thiem novamente em dois sets e, para completar um hat-trick de desaires inesperado Rafa acabou por perder também nas Meias-Finais do Masters-1000 de Madrid para o sensacional grego Stefanos Tsitsipas em três sets, ele que venceu o Estoril Open já esta época.

Pois bem, se há tenista que não vira a cara à luta é Rafa Nadal e o espanhol surgiu no último torneio de preparação para Roland Garros, em Roma, numa magnífica forma atropelando toda a concorrência de modo impiedoso até à Final, onde enfrentou a sua ‘besta negra’ do circuito, Novak Djokovic.

Mas o ‘Rei da Terra Batida’ estava na sua superfície favorita e num piso mais lento do que o habitual, algo que joga a seu favor e foi visível no decorrer do encontro. Rafa aplicou um inesperado 6-0 ao nº1 mundial no primeiro set, perdendo o segundo por 4-6 e confirmando a sua superioridade com um 6-1 no set decisivo.

Deste modo, podemos concluir que Rafa está de volta ao seu melhor e chega altamente confiante ao seu torneio de eleição, sendo ainda de destacar que as eliminações em três dos torneios anteriores lhe retiraram algum peso das pernas visto que jogou menos partidas do que teria planeado.

Favorito só há um, Rafa e mais nenhum!

Mesmo que Rafa Nadal não tivesse recuperado a boa forma e confiança em Roma, ele continuaria a ser o eterno favorito à conquista de Roland Garros, uma vez que tende a elevar o seu jogo até patamares estratosféricos no torneio gaulês, para além de sair beneficiado de partidas discutidas à melhor de cinco sets, podendo sempre recuperar de uma desvantagem inicial mercê da sua poderosa condição física, especialmente neste piso.

No entanto, com os índices de confiança novamente nos píncaros é óbvio que o tenista espanhol é o destacado favorito à conquista do Grand Slam da terra batida com cotações de 1.80 na Betclic.

Para além do seu bom momento, existe ainda outro fator que o poderá beneficiar. No sorteio, Rafa está na metade do quadro de Roger Federer pelo que evitará defrontar Novak Djokovic, Fabio Fognini ou Dominic Thiem até à Final, jogadores que tradicionalmente lhe criam enormes dificuldades.

Quanto ao veterano suíço, regressará a Roland Garros após um interregno de três anos e é provável que não tenha andamento para o espanhol, mesmo que atinja as semifinais.

Honestamente, só consigo ver o grego Stefanos Tsitsipas com reais hipóteses de poder ameaçar a previsível supremacia de Rafa Nadal na sua metade do quadro, portanto não fará muito sentido olhar a outros potenciais candidatos.

O grego está cotado em 8.50 na Esc Online, mas terá provavelmente de superar um obstáculo gigante sob a forma de Rafa Nadal para chegar à Final, onde poderá enfrentar Djokovic ou Dominic Thiem, por exemplo, portanto a sua tarefa será hercúlea.

Calendário não trouxe boas notícias para ‘Nole’

Se Rafa Nadal não se pode queixar da sua sorte no sorteio, o mesmo não se pode dizer de Novak Djokovic que terá diversos adversários de grande perigosidade na sua metade do quadro.

O tenista sérvio, campeão de Roland Garros em 2016, figura como segundo favorito à conquista do torneio a 3.50na Betano, mas parece destinado a ter um percurso bem sinuoso até uma eventual Final, previsivelmente diante de Rafael Nadal.

Na sua metade do quadro, Djokovic terá a companhia do apelidado ‘Príncipe da Terra Batida’ Dominic Thiem, de Fabio Fognini, Alexander Zverev ou até mesmo do imprevisível e dotado Fernando Verdasco.

Acontece que o tenista sérvio também não está na melhor das suas formas neste momento, mesmo tendo vencido o Masters 1000 de Madrid.

Esse torneio tem uma terra batida mais rápida que favorece o seu jogo, no entanto aqui em França as condições são mais lentas e jogam claramente a favor de tenistas com grande capacidade de aceleração do fundo do court, como são os casos de Rafa Nadal e Dominic Thiem.

Desse modo, não antevejo uma caminhada fácil para Novak Djokovic até às fases mais adiantadas do torneio e o desgaste que eventualmente poderá acumular até lá poderá impedi-lo de oferecer um verdadeiro desafio a Rafael Nadal.

Será fundamental que ‘Nole’ vá evitando partidas demasiado longas tal como o seu rival espanhol deverá fazer.

‘Outsiders’ que já deixaram sinais recentemente

Para além de Stefanos Tsitsipas, que já mencionei acima, também Dominic Thiem é um caso sério em terra batida tendo mesmo alcançado a Final no ano passado onde viria a perder para um intratável Rafa Nadal em três sets.

Mas o seu recente desempenho precisamente diante de Nadal em Barcelona terá contribuído para o encorajar e motivar de que é possível fazer frente ao ‘Rei do pó-de-tijolo’.

O tenista austríaco está cotado em 7.00 como terceiro favorito do torneio na Betano e poderá marcar um grande confronto com Novak Djokovic às portas da Final.

thiem

Outro dos tenistas que é sempre uma ameaça neste tipo de piso é Fabio Fognini, no entanto o tenista italiano é demasiado inconsistente e costuma sofrer para jogar bem durante muitos dias seguidos.

Num torneio de uma semana com três/quatro jogos à melhor de três sets ele pode brilhar e dar nas vistas, mas num torneio de duas semanas que o poderá forçar a jogar meia-dúzia ou mais partidas à melhor de cinco sets parece quase impossível que ele consiga manter a compostura e solidez de jogo por um período tão prolongado.

Assim, a sua cotação de 50.00 na Betano parece adequada ao tipo de desafio que teria de superar para conquistar o torneio.

João Sousa com janela de oportunidade

Há um ano atrás diria que enfrentar Pablo Carreño-Busta na primeira ronda de um torneio desta dimensão em terra batida não seria propriamente um bom sorteio, mas atendendo ao atual momento do jovem talentoso espanhol parece-me que o tenista português terá uma excelente oportunidade de seguir em frente na Primeira Ronda.

Carreño-Busta teve uma lesão que o afastou dos ‘courts’ por vários meses e o seu regresso não tem sido fácil, especialmente na terra batida onde acumulou cinco derrotas consecutivas frente a adversários contra os quais normalmente teria condições de vencer.

Ainda assim, João Sousa parte como ‘outsider’ a 2.00 na Betclic para este encontro naquilo que me parece uma cota de inegável valia, tendo em conta que se trata de um jogo à melhor de cinco sets frente a um adversário com muita falta de ritmo de jogo e, provavelmente sem estar na melhor condição física.

No caso de o tenista português ultrapassar este obstáculo, ele deverá enfrentar o jovem australiano Alex De Minaur na Segunda Ronda, e tratando-se de uma partida em terra batida acredito que o vimaranense pode perfeitamente sair vitorioso desse confronto, atingindo assim uma terceira ronda de um Grand Slam, algo que já seria um motivo de regozijo para o Conquistador luso.
Um lunático a menos no quadro principal

sousa atp

Nick Kyrgios tem-se tornado rapidamente num dos mais polémicos tenistas de que há memória, sendo recentemente desclassificado de um encontro após atirar uma cadeira para dentro de ‘court’.

Hoje, ficámos a saber que ele desistiu de participar no torneio de Roland Garros, e tal não será uma grande surpresa depois de ele ter publicado um vídeo no Instagram a declarar que ‘Roland Garros não presta, comparado com Wimbledon’ em mais uma demonstração de grande desrespeito para com a modalidade que pratica e tanto dinheiro lhe tem dado a ganhar, certamente.

Para além do seu talento natural e de uma complexão física favorável ao florescer de uma boa carreira, o tenista australiano não parece ter nada mais. Não tem disciplina dentro e fora do ‘court’, não liga aos conselhos dos seus treinadores e consegue insultar vultos do ténis como Rafael Nadal.

Pouco mais haverá a acrescentar sobre este excêntrico tenista que, provavelmente nunca passará disso. É uma pena…

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