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Sangria no Tour de France abre janelas de oportunidade

Têm sido dias difíceis para o mundo do ciclismo com vários dos candidatos à vitória no Tour de France a serem forçados a abdicar da prova por diferentes razões. Depois de Chris Froome por queda, esta semana foi a vez de Tom Dumoulin anunciar a sua ausência por não ter recuperado devidamente de uma lesão contraída no Giro. Esperemos que este leque de ausências pare por aqui…

Tom Dumoulin gerido com ‘pinças’

Após dois anos muito proveitosos entre 2017 e 2018 onde venceu o Giro de Itália e foi vice-campeão no Tour e Giro, o ciclista holandês da Team Sunweb tem tido um ano de 2019 bastante azarado.

Com a aposta a incidir na Volta a Itália, e após um estágio em altitude no sentido de resistir ainda melhor na alta montanha, uma queda ainda na primeira semana de competição obrigou Tom Dumoulin a desistir do Giro.

doumolin

Infelizmente, a lesão contraída no joelho aquando dessa queda não ficou totalmente debelada nas semanas seguintes e com o regresso à competição o seu joelho voltou a inflamar, forçando a nova paragem e uma pequena intervenção cirúrgica.

Assim, Tom Dumoulin vê-se também privado de participar na Volta a França numa temporada que se está a revelar algo fatídica para as suas ambições.

Quem agradece serão os seus rivais mais diretos que veem o holandês juntar-se a Chris Froome na lista de ilustres ausentes.

Geraint Thomas não ganhou para o susto

Com Froome definitivamente ausente da competição, a Team Ineos deposita grandes esperanças no galês Geraint Thomas, vencedor da prova em 2018, no entanto esta semana apanharam um valente susto na Volta à Suíça.

Thomas envolveu-se numa queda que parecia ser mais grave do que realmente foi, com o veterano corredor a dever regressar aos treinos dentro de uma semana mantendo-se assim em linha com uma participação na Volta a França.

De qualquer forma, este percalço na preparação para uma volta de três semanas pode comprometer as suas aspirações pelo que a Team Ineos já olha para Egan Bernal com algum interesse.

O ciclista colombiano falhou a Volta a Itália devido a queda, mas parece totalmente reabilitado atendendo ao domínio que vem exercendo na Volta à Suíça, portanto poderá ser uma alternativa de luxo no caso de Geraint Thomas não conseguir atingir o seu pico de forma em França.

gerant thomas 1

Para já, os dois ciclistas comandam a lista de favoritos à vitória final com cotações de 3.50 na Betclic, mas qual deles irá comandar a equipa no Tour?

Ao que tudo indica, Thomas terá o seu estatuto de líder na sequência do triunfo em 2018, embora Egan Bernal deva beneficiar de luz verde para correr por si só durante boa parte da corrida.

No caso de Thomas dar os sinais desejados, Bernal deverá colocar-se ao serviço quando chegar a alta montanha, mas se o galês der sinais de vulnerabilidade então os papéis podem inverter-se com Thomas a entrar na rotação da equipa no sentido de proteger o colombiano.

Em suma, tudo irá depende da condição física de cada um quando chegar o tempo das decisões no Tour de France.

Crónicos pretendentes esfregam as mãos

Com as ausências e dúvidas em relação aos três ciclistas que ocuparam o pódio no ano passado (Thomas-Dumoulin-Froome) e com o quarto classificado Primoz Roglic igualmente de fora, abre-se uma excelente janela de oportunidade para outros que no passado recente não conseguiram estar tão bem.

Um deles é Nairo Quintana que, além de não ter esses rivais, também não terá muito contrarrelógio pela frente razão pela qual as suas expetativas sobem consideravelmente.

Numa das principais casas de apostas de Portugal a Betano o colombiano da Movistar está cotado em 15.00 para vencer a competição de três semanas que ainda lhe falta no currículo.

De qualquer modo, Quintana não tem dado grandes indicações nas provas de preparação para o Tour pelo que também chega à prova envolto num manto de suspeição em relação à sua atual condição.

Por outro lado, ciclistas como Jakob Fuglsang (5.50) na Bet.pt ou Thibaut Pinot (15.00) na Esc Online deixaram excelentes indicações no recente Critérium du Dauphiné e podem ter aqui uma rara oportunidade de lutarem pela vitória na prova ao invés de se ficarem por um top-5 ou top-10.

pinot

Com Romain Bardet aparentemente longe dos seus tempos áureos, será Thibaut Pinot a carregar as esperanças gaulesas na sua prova rainha, mas terá o ciclista da Groupama FDJ o estofo necessário para carregar tão pesado fardo?

Veremos de que fibra é feito Pinot quando chegarmos às etapas realmente definidoras de uma corrida de três semanas.

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