Sebastian Vettel e Ferrari em rota de colisão

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Com a temporada de Fórmula Um ainda nas boxes sem data para o dia em que entre na grelha de partida, as equipas procuram resolver dossiês pendentes nesta fase e a Ferrari ofereceu recentemente uma renovação de contrato ao seu piloto germânico Sebastian Vettel que terá rejeitado a primeira oferta da equipa italiana.

MENOS SALÁRIO E MENOR EXTENSÃO DE CONTRATO…

Depois de ler a introdução é provável que se tenha interrogado sobre as razões que terão levado o tetracampeão mundial Vettel a rejeitar a primeira oferta de renovação de contrato com a Ferrari.

Sebastian Vettel e Ferrari em rota de colisão

Pois bem, a explicação é relativamente simples uma vez que a ‘Scuderia’ ofereceu apenas um ano de contrato ao piloto germânico que encerra o seu atual vínculo com a equipa no final de 2020, sendo que essa mesma oferta implicaria uma redução salarial na ordem dos 66%. De momento, Sebastian Vettel é o segundo piloto mais bem pago da F1 apenas atrás de Lewis Hamilton, auferindo em torno de 33 milhões de euros anuais, algo que a Ferrari pretende reduzir substancialmente para cerca de 12 milhões de euros.

Olhando à primeira oferta da Ferrari fica claro que a formação italiana não tem admirado propriamente o percurso de Vettel com a equipa já que ainda não conseguiu aquilo para que foi contratado, ou seja, sagrar-se campeão mundial de piloros com a formação do Cavalo Rampante.

Na verdade, e após ter sido vice-campeão numa das épocas com a Ferrari, Vettel terminou num embaraçoso quinto lugar final na época passada atrás dos dois pilotos da Mercedes, do colega de equipa na Ferrari Charles Leclerc e do novo prodígio da Red Bull Honda, Max Verstappen.

Deste modo, o futuro do piloto alemão na Ferrari está ainda muito incerto nesta fase e as duas partes podem mesmo acabar por se separar no final da temporada de 2020 caso os valores e duração do novo contrato continuem tão longe do que é pretendido por Sebastian Vettel.

TEMPO DE REVOLUÇÃO?

Com Sebastian Vettel pouco interessado em baixar tanto o seu salário e a assinar por apenas um ano numa demonstração de desconfiança por parte da equipa, é provável que seja difícil que ambas as partes cheguem a um acordo. Na verdade, a Ferrari até poderá estar já a pensar em alternativas para 2021 com vários jovens pilotos em cima da mesa de avaliações.

Carlos Sainz e Daniel Ricciardo parecem ser os nomes mais fortes para uma eventual sucessão a Sebastian Vettel, mas o jornal espanhol ‘Marca’ também inclui o jovem Antonio Giovinazzi nesta equação e o facto de ser italiano pode colocá-lo em ligeira vantagem face aos restantes candidatos.

Há vários anos que a Ferrari não alinha com um piloto da casa nas suas fileiras e este pode ser o momento para inverterem essa tendência recente.

CHARLES LECLERC DEVE ASSUMIR LIDERANÇA DA EQUIPA

Não sabemos se será já esta temporada, mas atendendo à provável saída de Sebastian Vettel no final da temporada é hoje praticamente garantido que o jovem monegasco Leclerc irá assumir a liderança da equipa muito brevemente. Não sabemos se isso acontecerá já em 2020 pois Vettel tentará mostrar de que fibra é feito a fim de convencer os responsáveis da Ferrari a subirem a parada pela sua renovação, mas caso o acordo não aconteça será Leclerc a assumir-se como nº1 da equipa a partir de 2021 depois de uma primeira temporada de grande qualidade na Ferrari onde até superou o seu colega germânico na classificação do Mundial de Pilotos.

Com apenas 22 anos de idade e uma tremenda margem de evolução, Charles Leclerc é naturalmente uma forte aposta da ‘Scuderia’ para atacar o regresso aos títulos mundiais de pilotos, algo que lhe foge desde 2007 quando o finlandês Kimi Raikkonen bateu ‘in extremis’ os dois Mclaren Mercedes de Lewis Hamilton e Fernando Alonso.

Na altura, o piloto da Ferrari venceu a última corrida do ano para encerrar com uma pontuação de 110 pontos, terminando com mais um ponto do que os rivais da Mercedes que não foram além de um 3º e 7º lugares na corrida decisiva.

Na altura, ainda sem qualquer título mundial, Lewis Hamilton entrou nas duas derradeiras corridas da temporada com uma saudável liderança no Campeonato, no entanto, um abandono no Grande Prémio da China e um 7º lugar no Grande Prémio do Brasil permitiram ao piloto da Ferrari ultrapassá-lo sobre a bandeira do xadrez graças a duas vitórias nas duas últimas corridas da temporada de 2007.

É caso para dizer que, mesmo com seis títulos mundiais no bolso, Hamilton não terá certamente esquecido a oportunidade perdida em 2007…

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