O divórcio estava iminente depois da primeira volta bastante fraca de campeonato protagonizada pelo Chelsea, mas esta segunda-feira foi tornado oficial, em comunicado, pelo clube londrino. Frank Lampard, lenda do clube enquanto futebolista, recebeu guia de marcha e já há um nome que se destaca como o mais forte potencial sucessor do inglês.

LAMPARD NÃO RESISTIU À INSUFICIÊNCIA DOS RESULTADOS E EXIBIÇÕES

Importa lembrar que, no último verão, o Chelsea destacou-se entre os clubes que mais gastaram em todo o globo, num ano fortemente marcado pela crise financeira associada aos efeitos da pandemia.

Com contratações dispendiosas(Chelsea veste-se de pujança num mercado de retoma) para alimentar a ambição de se intrometer na luta pelo título na Premier League, ao lado de Liverpool e Manchester City, o Chelsea entrou em 2020/21 com as expectativas bastante elevadas – passe o exagero, um pouco à imagem do que, em Portugal, aconteceu com o Benfica – em todos os sentidos.

Ora, 19 jornadas concluídas no competitivo campeonato inglês, o Chelsea é 9.º classificado (a cinco pontos do top-4 e a 11 da liderança).

No último domingo, a equipa até garantiu o apuramento para a 5.ª eliminatória (oitavos de final) da FA Cup, com vitória ao Luton (3-1), mas esta segunda-feira chegou a confirmação oficial, pouco depois de a imprensa inglesa anunciar que o despedimento estaria iminente, do despedimento de Frank Lampard.

Em comunicado, o clube liderado por Roman Abramovich reforçou que a decisão foi «difícil» de tomar e que não aconteceu «de ânimo leve», acrescentando que surgiu na sequência do rol de exibições insuficientes, que «não foram ao encontro das expectativas», atirando o Chelsea para o «meio da tabela e sem perspetivas de uma melhoria sustentada».

«Após longa deliberação foi decidido que seria necessária uma mudança neste momento, para dar tempo ao clube de melhorar as exibições e os resultados na presente temporada», leu-se.

LAMPARD NÃO RESISTIU À INSUFICIÊNCIA DOS RESULTADOS E EXIBIÇÕES

TUCHEL PARA REFORÇAR O CONTINGENTE ALEMÃO NO CHELSEA

Despedido no final de dezembro do comando técnico do PSG, Thomas Tuchel deverá, ao que tudo indica, ser o próximo treinador da equipa do Chelsea.

De acordo com várias publicações da imprensa britânica, o treinador alemão de 47 anos (que já passou por Mainz 05, Borussia Dortmund e Paris Saint-Germain) já terá mesmo tudo acertado, em questões contratuais, com Abramovich para suceder a Lampard e abraçar a primeira aventura no futebol inglês, depois de Alemanha e França.

Em Paris, Tuchel alargou o seu palmarés individual com a conquista de vários troféus nacionais, mas falhou o grande objetivo do clube parisiense, que passava pela conquista da Liga dos Campeões, prova onde alcançou a final da última edição, realizada em Lisboa.

Na ribalta do futebol europeu desde 2009, Tuchel já conquistou uma Taça da Alemanha (ao serviço do Dortmund), duas Ligue 1, uma Taça de França, uma Taça da Liga Francesa e duas Supertaças de França (tudo no comando do PSG).

Em Londres, o treinador, que é conhecido por ter um temperamento complicado no relacionamento direto com os elementos das estruturas diretivas por onde passa (o caso mais recente aconteceu no badalado “choque” com Leonardo, diretor desportivo do PSG), vai encontrar três compatriotas.

Além de Antonio Rüdiger, defesa internacional alemão, militam no plantel “blue” Timo Werner e Kai Havertz, duas “estrelas” recém-contratadas em Stamford Bridge e que têm ficado aquém das expectativas nesta primeira metade de 2020/21.

OS OBJETIVOS QUE SE MANTÊM DE PÉ NO CHELSEA

Afastado nas grandes penalidades da Taça da Liga pelo Tottenham, em setembro passado, o Chelsea pode ainda ganhar todas as outras competições em que entrou nesta época.

Na Premier League, os 11 pontos que a equipa dista da liderança deverão fazer a mira apontar, sobretudo, para o top-4, que garante a entrada direta na fase de grupos da próxima Liga dos Campeões, uma “obrigação” depois do investimento realizado no início da época.

Na FA Cup, segue-se o Barnsley, nos oitavos-de-final, num jogo que já está agendado para o dia 10 de fevereiro, uma quarta-feira.

OS OBJETIVOS QUE SE MANTÊM DE PÉ NO CHELSEA

Com o potencial que tem no plantel, o Chelsea mantém vivo o sonho de chegar o mais longe possível na Liga dos Campeões, prova onde tem cotações 14.50 no mercado de “Vencedor Final” na Betano.

Para isso, os “blues” terão de ultrapassar o Atlético Madrid no quadro dos oitavos de final, cuja primeira-mão está agendada para o dia 23 de fevereiro, na capital espanhola.

O jogo decisivo para o futuro europeu do Chelsea acontece a 17 de março, em Stamford Bridge.

A primeira aventura “pós-Lampard” está agendada já para esta quarta-feira, dia em que o Chelsea recebe a armada lusitana do Wolves, com o favoritismo à vitória (1.60) do seu lado nas casas de apostas.

 

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