SuperTaça: inicio da época por toda a Europa

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Arranque da época com o primeiro titulo em jogo por vários países da Europa. A supertaça. A vitória do B. Dortmund, na Alemanha, contra o Bayern Munique tem ainda o aroma da época passada. As equipas praticamente não mudaram nada e o equilíbrio (em estilos diferentes) competitivo entre os dois por nova luta pela Bundesliga volta ao inicio.

Super-Taça: inicio da época por toda a Europa

SuperTaça: inicio da época por toda a Europa

Neste “titulo de um só jogo”, brilhou Jadon Sancho, o avançado inglês criativo veloz e imaginativo, cada vez mais adulto na forma de jogar (e perceber o jogo) sem perder nada do lado truculento de quem arranca desde a faixa e vai encarando sem medo no um-para-um o defesas adversários, por mais duros que sejam, que lhes aparece pela frente.

Assim foi no lance que abriu o marcador ao encarar três jogadores do Bayern e inventou depois o passe a Paco Alcácer (nº9 espanhol que furou por entre as grandes-áreas do futebol alemão com grande inteligência) marcar o golo que abriu o caminho da primeira conquista.

O livre de Di Maria (festejado com alma desde dentro) marcou a vitória do PSG na Supertaça francesa jogada na China, contra o Rennes.

“Futebol francês for export” guião por uma equipa que é uma “bomba atómica” financeira que, praticamente, tornou as competições gaulesa numa formalidade, quase passeio para um onze muito acima de todos os outros que o rodeiam.

O PSG acaba, naturalmente, por ficar grande demais para o futebol francês e, por isso, mais uma época, tentará sair das suas fronteiras em busca da conquista máxima, a Liga dos Campeões.

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A falta do habito de alto ritmo competitivo que, por exemplo, tem qualquer equipa inglesa, acaba, porém, por se notar nas eliminatórias a partir de Fevereiro.

Até esse momento, a intensidade competitiva que defronta é, claramente, menor e não dá o “habitat de crescimento” de jogo indispensável a todos os níveis.

O fantástico duelo Guardiola- Klopp

Em Wembley, o grande confronto, na Comunity Shield (a Supertaça inglesa) que mete primeiro e segundo do ultimo campeonato quando o vencedor da Taça é o mesmo. Com os primeiros a serem favoritos nas principais casas de apostas.

O Manchester City de Guardiola está a começar a época ainda sem a mesma qualidade de jogo (Rodri está ainda a aprender a jogar a nº6 neste modelo de um-dois toques de saída) e com ausências na frente, meteu Sterling a ponta-de-lança mas durou pouco, com a lesão de Sané, entrando Gabriel Jesus (foi Sterling para a faixa mas sempre liberto para aparecer por dentro, no “espaço 9” em busca da profundidade, sobretudo na segunda parte, quando o jogo “partiu” devido á subida da defesa e todo o bloco do Liverpool em busca do empate).

O City venceu, no desempate por penáltis, mas a maior imagem colectiva que fica do jogo é a segunda parte vertiginosa de ataque rápido, intensidade de recuperação, exploração dos três corredores, poder de ruptura ofensiva com remate (fantástico Salah) do Liverpool, após uma primeira parte sem conseguir pegar no jogo a meio-campo.

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A sua reação fabulosa encontrou, porém, pela frente um guarda-redes que defendeu (quase tudo), Bravo, felino a ir buscar as bolas mais difíceis, em voo ou rente á relva (e quando não chegou lá, estavam o poste e a barra).

Acabo, assim, por ser o “homem decisivo do jogo”, também a defender o único penálti no desempate final (a voar para a bola após “adivinhar” o lado).

O City continua imparável na dimensão interna. Para Guardiola falta a Liga dos Campeões. Para Klopp falta a Premiere League.

Poderá esta época, vendo o poder destas dias equipas, voltar a coloca-las como protagonistas na luta pelos dois títulos que, olhando a fase histórica que os dois clubes atravessam, eles mais perseguem? Aposto que sim.

O 5-0 do Benfica ao Sporting: Como foi possível?

O resultado arrepiava só de olhar para o marcador electrónico. 5-0! Os adeptos benfiquistas enlouquecidos e os sportinguistas mergulhados na depressão, incrédulos.

De repente, no arranque da segunda parte, o céu desabou em cima da cabeça do onze leonino. Sentia-se já que o Benfica estava melhor mas não ao ponto de criar uma avalanche que fez o Sporting, pura e simplesmente, “desaparecer” do jogo do ponto de vista táctico e mental.

O “descontrolo emocional” tão referido no fim foi evidente mas antes existira um “descontrolo táctico” (agravado por erros individuais) que nasceu da falta de coordenação defensiva de um sistema com o qual o Sporting nunca jogara na pré-época (3x4x3 com linha de três centrais e a defender de cinco defesas com o recuo dos laterais).

É verdade que a primeira parte teve marca de equilíbrio, mas isso sucedeu sobretudo pelo problema comum que as duas equipas atravessam neste inicio da época: o processo defensivo está muito longe de estar bem afinado quando perdem a bola e não são rápidas a recompor-se a defender.

Nota-se mais no Sporting mas o Benfica, na primeira parte, teve vários lances em que isso ficou claro (devido a deficiências a sair na pressão alta, falha de posicionamento nesse momento, perda da bola e a defesa exposta atrás).

O Sporting acrescentou a esse problema outro mais grave: a falta de meio-campo que esse seu pretendido 3x4x3 provocou.

Os laterais não encontraram timings certos de subida, Bruno Fernandes manteve-se demasiado desterrado para a esquerda, e no centro, com Doumbia a trinco, preso atrás, nunca se soltou Wendel, que tinha feito uma excelente pré-epoca como “nº8 livre a subir” no terreno e rematar em 4x2x3x1 ou 4x4x2 com Vietto (que desapareceu do onze) a segundo avançado.

Sporting: O que levou Keizer a mudar tudo e procurar (esperar) sobretudo momentos de contra-ataque?

A mudança de sistema surpreendeu mais a sua própria equipa do que o Benfica que já tinha pensado nessa hipótese e ganhou o jogo no corredor central, através da combinação dos falsos extremos que jogarem sempre por zonas interiores (Rafa e Pizzi) e os recuos estratégicos de Raul de Tomas para pegar na bola de costas, jogar em apoios e confundir os dois médios leoninos.

Sem sombra de duvida, Lage dominou tacticamente Keizer e venceu a Supertaça atingindo uma goleada histórica.

Não acredito que o Sporting volte a repetir o sistema no campeonato (pelo menos nesta variante 3x4x2, outra coisa seria o 3x5x2) enquanto que o 4x4x2 do Benfica encontrou uma nova dinâmica que fez voar a equipa mesmo por dentro (corredor central) do relvado!

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