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Tão longe do Tour, e já tantos galos para o mesmo poleiro

A Volta a França de 2019 em Ciclismo redundou numa prova menos espetacular e competitiva do que seria esperado a dada altura devido a uma série de condicionantes, porém tudo indica que em 2020 o leque de potenciais vencedores será absolutamente extraordinário.

Tão longe do Tour: Nova geração já não engana

Com a vitória de Egan Bernal na Volta a França em 2019 ficou por demais evidente que não há limites no ciclismo e qualquer jovem dotado pode rapidamente entrar na discussão das mais exigentes provas do ciclismo mundial.

Tão longe do Tour, e já tantos galos para o mesmo poleiro

O ciclista colombiano foi um exemplo de consistência ao longo da temporada – excetuando uma queda que o impediu de estar na Volta a Itália – e não há como descredibilizá-lo junto dos mais fortes, algo que origina o seu atual favoritismo a defender o título em 2020 com cotações de 3.00 na Betano.pt.

Mas haverá novos ciclista no pelotão internacional em condições de se intrometerem na discussão das provas de três semanas e, em especial do Tour?

Sim, o jovem Tadej Pogacar da Team Emirates brilhou na Volta a Espanha ao terminar na 3ª posição da Classificação Geral apenas atrás do vencedor Primoz Roglic e do veteraníssimo Alejandro Valverde.

O ciclista esloveno de apenas 21 anos tenderá a ser aposta da sua equipa no Tour 2020, mas surge com cotações de 27.00 nas casas de apostas para escalar logo até ao topo da tabela no ano de estreia.

Então e Richard Carapaz? Pois é, a Team Ineos tem atualmente quatro ciclistas de topo mundial prontos a discutir
provas de três semanas, o que naturalmente deverá originar que alguns deles não participem no Tour.

O equatoriano vencedor do Giro de Itália deverá tentar defender o seu troféu em Itália no início de 2020, mas será chamado para o Tour?

Tudo dependerá das contingências no momento das seleções, mas para já está cotado em 25.00 para brilhar também em solo gaulês.

Veteranos da Team Ineos não querem falhar

Quando falamos em favoritos a vencer este tipo de provas há um nome que salta acima de todos os outros: Chris Froome é um múltiplo vencedor da Volta a França que não tem nada a provar à concorrência.

Infelizmente, uma grave queda antes do Tour impediu-o de ir em busca de mais uma vitória em 2019, depois de ter falhado em 2018 com o seu colega de equipa Geraint Thomas a ser mais forte.

Na verdade, temos assistido a um dado curioso nas últimas duas edições da prova: há dois anos, Thomas superou o seu colega Froome e no ano passado Bernal superou o seu colega Thomas, isto é, mesmo continuando a vencer a prova, a Team Ineos tem tido um novo ciclista a afirmar-se e a bater o seu próprio colega a cada ano.

team ineos

Assim, temos um fenómeno curioso da Team Ineos poder alinhar no próximo Tour com três vencedores de Volta a França – todos eles com ambições de vencer a prova – mas será isso conciliável, ou demasiado arriscado pois poderá retirar força de trabalho e confundir as estratégias de equipa? Veremos de que modo Nicolas Portal – diretor da equipa – irá lidar com isso.

Para já, e além de Bernal, também Chris Froome (3.80) e Geraint Thomas (7.00) surgem no topo da lista de favoritos à vitória final do Tour em 2020.

O poderio da Jumbo Vysma

A formação holandesa da Jumbo Vysma é claramente uma força emergente no pelotão internacional, tendo averbado pódios na Volta a Itália e Volta a França este ano, além da vitória final na Volta a Espanha.

Primoz Roglic (9.00) é a grande estrela da equipa e após uma temporada de sonho é algo estranho vê-lo negociar enquanto 6º favorito à vitória final.

Mas a sua equipa conta também com Steven Kruijswijk (25.00) – 3º no Tour 2019 – e Tom Dumoulin (7.00) – que trocou a Sunweb pela Jumbo Vysma – numa tentativa de dar um passo em frente na sua evolução enquanto ciclista de três semanas.

Tempo de Pinot espantar os fantasmas

A meio da Volta a França deste ano, Thibaut Pinot era um dos grandes favoritos a vencer a competição, pois estava em grande forma e não parecia ter rival na alta montanha.

Infelizmente, o azar voltou a bater à porta da grande esperança do ciclismo francês, e um simples movimento para evitar uma queda acabou por originar uma pancada num joelho que gerou uma inflamação insanável.

O abandono de Pinot em plena etapa de montanha foi um autêntico quebra-corações para os amantes da modalidade e certamente que o ciclista francês terá imensos apoiantes na próxima edição da competição.

Se recuperar o momento de forma de 2019, então Pinot pode ter uma palavra a dizer em 2020. Neste momento, negoceia a 6.00 enquanto terceiro favorito à conquista final.

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