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Team Ineos domina lista dos 10 ciclistas mais bem pagos do mundo

O jornal francês L’Equipe decidiu reunir uma lista com os dez ciclistas mais bem pagos do pelotão internacional em tempos de pandemia e, embora o ciclista mais bem pago não pertença à Team-Ineos, a verdade é que a formação britânica tem cinco dos dez ciclistas deste top mostrando estar acima de todos em termos financeiros. Ora confira:

PETER SAGAN É O MAIS CARO CICLISTA DO PELOTÃO

No topo da lista temos o sprinter e especialista em clássicas Peter Sagan qua aufere 5 milhões de euros anuais na equipa Bora-Hansgrohe, mas o seu salário não se explica apenas pelo seu rendimento desportivo.

Team Ineos domina lista dos 10 ciclistas mais bem pagos do mundo

Na verdade, a excentricidade e imagem pública de Sagan também terá um valor acrescido como fonte de rendimento através da venda de direitos de imagem para várias campanhas publicitárias.

A equipa Bora coloca o seu ciclista eslovaco em quase todos os seus anúncios em múltiplas plataformas, além de provavelmente encaixar mais algum dinheiro com os seus direitos de imagem em outro tipo de campanhas de outras marcas. Sagan é um ciclista de eleição que já venceu provas de enorme magnitude e tem dominado a Camisola Verde da Volta a França de modo quase ininterrupto nos últimos anos.

Por essa razão, é com relativa naturalidade que o vemos no topo da lista dos ciclistas mais bem pagos do planeta com a Bora-Hansgrohe a não olhar a meios para manter o excêntrico ‘Saganator’ nas suas fileiras.

TEAM INEOS REBENTA COM A CONCORRÊNCIA

A Team-Ineos (ex-Sky) tem dominado o ciclismo mundial nos últimos anos com especial ênfase para os seus sucessos no Tour de France, no entanto, esse êxito não se tem baseado apenas na competência da equipa visto que o seu orçamento é verdadeiramente estratosférico e lhe permite recrutar os melhores ciclistas do pelotão.

Atualmente, a formação britânica tem cinco ciclistas no top-10 mundial de ciclistas mais bem pagos com Chris Froome a surgir no 2º lugar com €4,5M à frente do colega Geraint Thomas com €3.5M e de outro colega Egan Bernal com €2,7M. E o que têm todos eles em comum? Já todos venceram a Volta a França sendo de notar que Thomas venceu em apenas uma ocasião tal como o jovem colombiano Egan Bernal, ao passo que Froome é já um multicampeão que o coloca num patamar salarial relativamente superior.

Mas há ainda mais dois nomes nesta lista de top-10 pertencentes à Team-Ineos sendo eles o polaco Michal Kwiatkowski e o equatoriano Richard Carapaz – ambos acima dos dois milhões de euros anuais. O polaco é um gregário de luxo capaz de auxiliar muito bem os seus líderes em alta montanha, mas igualmente forte no contrarrelógio, já Carapaz é um jovem com enorme potencial que venceu recentemente a Volta a Itália para entrar definitivamente no radar das grandes equipas.

15 MILHÕES EM APENAS CINCO CICLISTAS

Estes dados agora anunciados pelo jornal L’Equipe só vêm confirmar o poderio financeiro da Team Ineos que é capaz de gastar mais de 15 milhões de euros anuais em apenas cinco ciclistas, um valor que certamente ultrapassa o orçamento total de algumas equipas do World Tour.

Ao longo dos últimos anos, tem existido uma especulação em torno do orçamento total da equipa britânica que poderia andar em torno dos 40 milhões de euros e perante esta notícia do top-10 de ciclistas parece ter ficado claro que esse será certamente um valor aceitável para a equipa.

Com mais alguns ciclistas de enorme qualidade nas suas fileiras e condições de treino e logística absolutamente espantosas esta formação precisa de algo como 40 milhões de euros para subsistir durante um ano no calendário ciclístico internacional.

FRANÇA, ITÁLIA E ESPANHA TAMBÉM REPRESENTADOS

A concluir o top-10 temos alguns pesos pesados do pelotão internacional com destaque para o italiano da UAE-Team Emirates Fabio Aru que tem andado distante do seu melhor desde que teve uma grave lesão há alguns anos. Ainda assim, continua a auferir impressionantes €2,6M.
Julian Alaphilippe é hoje um dos grandes do pelotão internacional, capaz de vencer em quase todo o tipo de terrenos.

Não espanta, por isso, que o ciclista gaulês da Deceuninck receba cerca de €2,3M anuais, e certamente terá mercado noutras equipas dispostas a inclusive lhe pagarem um pouco mais tal é o seu talento. Para terminar esta lista, temos dois veteranos do pelotão: o espanhol Alejandro Valverde da Movistar que ronda os €2,2M anuais e o italiano Vincenzo Nibali que assinou este ano pela Trek Segafredo e não terá feito um mau negócio visto que aufere €2,1M anuais.

Mas serão estes valores sustentáveis no próximo ano após a crise pandémica que muitas empresas têm atravessado? Teremos de aguardar para perceber de que modo os salários dos ciclistas serão alinhados no pós-pandemia.

 

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