Foi uma partida cheia de emoção e com grande incerteza até final aquela que permitiu que Dominic Thiem conquistasse pela primeira vez na sua carreira o US Open, Grand Slam que ficou ontem concluído. Numa final intensa e muito disputada, o austríaco levou a melhor sobre Alexander Zverev, por 3-2, com uma reviravolta histórica: pela primeira vez na história do Major norte-americano houve uma recuperação de 0-2.

À QUARTA FOI DE VEZ PARA THIEM… “UNDER PRESSURE”

Sem contar com a participação de Roger Federer (a recuperar de lesão) e de Rafael Nadal (que optou por não comparecer no torneio norte-americano por precauções relacionadas com a covid-19), o grande favorito a conquista do US Open 2020 dava pelo nome de Novak Djokovic.

O sérvio foi desqualificado no célebre jogo dos oitavos-de-final contra Carreño Busta, depois de ter atirado involuntariamente uma bola na direção de uma das juízes de fundo, episódio que marcou de forma histórica o Grand Slam e também o trajeto de Djokovic.

Sem o tenista sérvio entre as opções, Dominic Thiem, 3.º classificado no ranking ATP, perfilava-se, à entrada para esta final, como grande favorito das casas de apostas (odds a rondar o 1.40), num confronto frente ao amigo Alexander Zverev (4.00), que acabou por durar mais de quatro horas, tornando-se uma maratona nem sempre bem jogada, mas extremamente intensa e com grande emoção até final.

Apesar do favoritismo e das vitórias sem espinhas com que se apurou para a quarta final de Grand Slam da sua carreira, o austríaco de 27 anos não entrou bem na partida.

Para o parcial de 6-2 com que Zverev terminou na liderança do primeiro set, muito contribuiu a forma desconcentrada e pouco audaz como Dominic Thiem entrou no jogo, acumulando três duplas faltas à incapacidade para quebrar um único serviço.

No segundo set, as coisas não começaram muito diferentes, Zverev chegou a uma vantagem de 5-1, depois de conseguir duas quebras de serviço, até vacilou até fechar, permitindo a vitória em três jogos a Thiem, mas num 10.º jogo disputado, ao quinto ponto de set, lá conseguiu chegar ao 6-4 e ficar a um passo da que seria uma surpreendente vitória no US Open.

À QUARTA FOI DE VEZ PARA THIEM… “UNDER PRESSURE”

O equilíbrio foi nota dominante nos dois sets que se seguiram, especialmente no terceiro, em virtude de uma nova entrada em falso por parte de Dominic Thiem, que, aos poucos, começou a ganhar confiança e a cimentar o seu jogo.

Reduzida a diferença para 1-2, no quarto set os primeiros jogos foram de equilíbrio (chegou a estar 3-3), mas com uma boa reta final,
Thiem empatava (parcial de 6-3) e forçava um quinto set para a atribuição do título de campeão do US Open.

QUINTO SET ELETRIZANTE

Num quinto set onde a fadiga já se começava a acumular, foi novamente Zverev a arrancar melhor, tendo chegado a uma vantagem de 5-3. Pressionado e obrigado a dar uma resposta positiva, Thiem conseguiu quebrar o serviço do alemão ao 9.º jogo e empatou a 5-5 de seguida.

A ganhar por 6-5 no set da decisão, Thiem não conseguiu fechar em 7-5, viu Zverev quebrar o seu serviço e forçar a disputa do tie-break. Em desvantagem de 2-0, o número 3 do ranking mundial recuperou para 3-5, mas viria a desperdiçar dois pontos de jogo… e de campeonato.

Com o tie-break igualado a 6-6 e já depois de o DJ de serviço rodar “Under Pressure” (histórico tema dos Queen) de forma tão apropriada quanto irónica, Thiem quebrou o serviço do 7.º classificado do ranking.

De seguida, beneficiaria de um erro não forçado na última jogada da partida para poder comemorar a conquista do US Open, após uma reta final disputada sob o limite da capacidade física – era visível o incómodo do tenista austríaco, que chegou a pedir assistência momentos antes.

NOVA GERAÇÃO CONQUISTA O PRIMEIRO GRAND SLAM

Aos 27 anos de idade, Dominic Thiem sucedeu a Rafael Nadal como vencedor do US Open, naquela que foi a oitava vitória em 10 partidas contra o Alexander Zverev (4-0 em slams). Pela primeira vez, um tenista nascido na década de 90 conquistou um Grand Slam em simples.

É caso para dizer que a nova geração está aí, no início do que pode ser tido como a reta final da era do “Big-Three”. Respetivamente, Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic somam 20, 19 e 17 triunfos em Majors.

Com a vitória na final do US Open, Dominic Thiem mantém a 3.ª posição no ranking ATP, agora mais próximo, em termos pontuais, de Rafael Nadal, ao passo que Alexander Zverev também não sai da 7.ª colocação, aproximando-se, no entanto, de Stefanos Tsitsipas.

 

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