Não está a correr às mil maravilhas a aventura de José Mourinho no comando do Tottenham e, esta noite, os “spurs” têm um desafio que poderá vir a ser determinante para as suas aspirações europeias, numa fase em que a “Champions” já estará fora do horizonte.

TOTTENHAM DE MOURINHO À PROCURA DE MILAGRE

Na receção ao Everton – agendada para o início da noite desta segunda-feira, no encerramento da 33.ª jornada da Premier League – de Carlo Ancelotti, o Tottenham procurará tornar a ficar a sete pontos de distância do Manchester United (5.º) e a nove do Chelsea (4.º).

“Red devils” (5-2 ao Bournemouth) e “blues” (3-0 ao Watford) cumpriram de forma convincente as suas tarefas neste fim-de-semana, ganharam e deixaram os “spurs”, provisoriamente, a 10 e 12 pontos de distância, respetivamente.

Na primeira volta, ainda com Marco Silva na direção do Everton e Pochettino ao leme do Tottenham, as duas equipas empataram a 1-1, numa partida que ficou marcada pela grave lesão do médio português André Gomes.

UMA VITÓRIA NOS ÚLTIMOS NOVE JOGOS

Se a derrota mais recente, na visita ao Sheffield United (3-1), fez disparar uma vez mais o desagrado em torno da prestação do Tottenham em 2019/20, esse foi apenas mais um episódio de uma série que teima em não desaparecer.

O triunfo ao West Ham (2-0), no segundo jogo após a retoma (período no qual o Tottenham tem uma vitória, um empate e uma derrota), foi o único dos últimos nove desafios, onde se registam ainda três empates e cinco derrotas.

Os melhores ciclos de resultados que Mourinho conseguiu desde que assumiu o Tottenham foram duas séries de três vitórias consecutivas (em novembro, logo a começar, e no passado mês de fevereiro).

Na atual má senda de resultados, inclui-se a pesada eliminação nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, contra o Leipzig (0-4 no agregado), e a queda na FA Cup, após “penaltys”, diante do Norwich.

DO 14.º AO 10.º LUGAR SETE MESES DEPOIS

Eleito pela direção presidida por Daniel Levy para suceder ao argentino Maurizio Pochettino (que levou os “spurs” à Liga dos Campeões em 4 dos 5 anos em que completou a época ao serviço do Tottenham), José Mourinho estreou-se como novo técnico no passado dia 23 de novembro, com vitória (2-3) fora ao West Ham.

À data da estreia do “Humble One”, o Tottenham ocupava o 14.º lugar, contudo a três pontos de distância do 5.º lugar. Hoje, os “spurs” são 10.º classificados, a 10 pontos do primeiro lugar que assegura a qualificação para a Liga Europa.

Com um jogo em atraso, o melhor que a formação londrina poderá almejar no fim desta jornada 33 é terminá-la em igualdade pontual (48) com o Sheffield United no 8.º lugar, muito distante do top-4 (a nove pontos), que garante entrada direta na prova milionária da UEFA.

UM TOTTENHAM DE “MARCHA-ATRÁS”

Face ao mau rendimento da equipa, tanto ao nível dos resultados, como das exibições, as críticas têm vindo a amontoar-se nos últimos tempos. Harry Kedknapp e David Bentley foram apenas algumas das vozes mais recentes a ecoar a frustração em torno dos resultados e da forma de jogar “entediante” de Mourinho.

Habituados a um futebol ofensivo com Pochettino, os adeptos dos “spurs” torcem agora o nariz a uma postura mais defensiva, com as linhas mais recuadas.

Jogadores mais criativos e tecnicistas, como são o caso de Son Heung-Min ou Erik Lamela, perdem espaço para brilhar e até o portentoso avançado Harry Kane tem vindo a dispor de um número consideravelmente menor de oportunidades para fazer o que de melhor sabe: o gosto ao pé.

O primeiro grande sacrificado começou por ser Christian Eriksen, número 10 de grande nível que deixou Londres rumo ao Inter de Milão, em janeiro último, após uma longa novela em torno da sua renovação de contrato com o Tottenham.

PROBLEMAS ENTRE LEVY E MOURINHO?

Em sentido contrário, a precisar urgentemente de um avançado que pudesse fazer as vezes de Kane na ausência deste, o Tottenham não reforçou o plantel principal de acordo com as necessidades, optando, ao invés, por contratar Gedson Fernandes (ex-Benfica), Giovanni Lo Celso (ex-Betis) e Steven Bergwijn (ex-PSV) no último mercado de transferências.

Para o futuro a breve trecho, a imprensa desportiva dá conta do interesse do Tottenham em jogadores como Milinkovic-Savic, Aaron Ramsey, Lucas Vázquez, Alexis Sánchez, Olivier Giroud ou Arkardiusz Milik.

Consta ainda que a relação entre o técnico português e o presidente Daniel Levy já conheceu melhores dias.

Tudo por alegado interesse de Mourinho em Thomas Meunier, que terminou recentemente contrato com o PSG e rumou ao Borussia Dortmund, depois de uma operação de charme – falhada – por parte de José Mourinho, ao tentar convencer o lateral belga a rumar a Londres.

Com a presença nas competições da UEFA a ser uma incógnita por agora, resta tentar perceber que plantel terá o Tottenham à disposição na próxima época. Isto num momento em que a concorrência pelos lugares de topo na Premier League tende a tornar-se cada vez mais feroz.

“SPURS” E “TOFFEES” ENTRAM EM CONFRONTO

Esta noite, Tottenham e Everton entram em ação no Tottenham Hotspur Stadium, num jogo em que muito dificilmente ambas as equipas terão facilidade em sobrepor-se uma à outra.

Pela dificuldade que os “spurs” têm tido em criar situações claras de finalização, ao passo que defensivamente deixam muito a desejar, considero muito interessante o handicap asiático (+0.5) do Everton (1.81 na ESC Online). A 2.70, o HA (0) também vale o investimento.

Sem perder desde que o futebol inglês regressou, os “toffees” vêm de vitórias consecutivas perante Norwich City e Leicester City, pelo que chegarão a Londres com o moral elevado e, sujeitos a menor pressão que os “spurs”, dispostos a lutar pelos três pontos e a fazer valer a sua qualidade coletiva e individual.

Odds Tottenham everton

Em relação aos mercados de golos, a aposta de ambas as equipas marcam, cotada a 1.77 na ESC Online, será outra opção a considerar. Não obstante a qualidade ofensiva de que o Everton dispõe, defensivamente a equipa não exibe uma consistência de topo.

Contra jogadores como Dele Alli, Son ou Kane, é provável que possa vir a sofrer, o que não lhe deverá impedir de somar um bom resultado.

 

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