Tottenham/ Mourinho “vs” Arsenal/Arteta

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Depois da entrada de um treinador de confronto no Tottenham, a entrada de um treinador de projeto no Arsenal.

Tottenham/ Mourinho “vs” Arsenal/Arteta

Esta pode ser uma forma redutora de encarar as entradas de Mourinho e de Arteta no dois maiores rivais londrinos do futebol inglês, mas nestas duas escolhas revelam-se duas formas de atacar o mesmo problema dos resultados negativos que estavam as colocar as equipas muito longe dos seus objetivos no topo da tabela. são diferentes culturas de clube.

arteta-arsenal

O impacto de Mourinho no Tottenham já se começa a sentir na aproximação do quarto lugar (o último de Champions) mas depois da equipa quase ter “tocado o céu” com Pochettino, esta melhoria é sobretudo um efeito reativo dos jogadores que necessitavam de um novo impulso de liderança.

Algo forte que lhes despertasse um novo estimulo em relação a um ciclo que os colocou muito próximo do sucesso total mas que sentia-se já não ter novas mensagem de crescimento para passar.

Pochetino como que teria entrado em conta-ciclo.

Mourinho acordou talentos que estavam em clara fase de acomodação, como Dele Ali, a quem deu um protagonismo no onze que ele precisava.

Ou seja, Dele Ali é o tipo de jogador que necessita de treinador. Necessita de se sentir importante na equipa e não, como estava a acontecer, apenas mais uma peça no funcionamento de um losango.

O golo que marcou valendo a vitória sobre o Brighton revela, para além da sua superior qualidade técnica, uma confiança e, sobretudo, “cabeça limpa”, serenidade no jogo num momento difícil (perto do fim) para executar daquela forma notável.

Arteta: os “cadernos de Guardiola”

O Arsenal é um clube que vive há demasiadas épocas longe do titulo. Wenger não conseguiu resgatar o perfume dos seus próprios velhos tempos (vindos de 1998 a 2003) e o pior sintoma foi quando á crise de resultados, somou-se a crise de qualidade de jogo.

Unay Emery nunca foi um treinador consensual. Não significava ruptura. Foi a tentativa de indo atrás de um treinador de escola espanhola, continuar na senda do futebol de passe e mais apoiado que fizera os melhores tempos de Wenger.

Foi, no entanto, um erro conceptual, porque nem Emery é um treinador desses (é mais especialista em equipas que busca a transição rápida e contra-ataque do que o ataque organizado mais longo em posse circular) nem conseguiria nunca dar uma verdadeira identidade á equipa.

Nesta fase imaginava um perfil de treinador que, tal como no Tottenham, provocasse um abalo forte no balneário, mexesse com orgulho dos jogadores e alterasse o sossego dos corredores.

Mourinho encaixou nesse perfil no novo Tottenham, mas o Arsenal, que tem como diretor-desportivo o brasileiro Edu, foi por um caminho diferente e procurou um treinador com ideologia e com margem de crescimento, ainda em inicio de carreira como treinador principal: Arteta.

De adjunto de Guardiola no Manchester City, passou para treinador principal no Arsenal.

É impossível dissociar a ideia de jogo de Guardiola do treinador em potencia que é Arteta.

A ideia do Arsenal é ir buscar esse mesmo modelo aplicando-o de forma igualmente competitiva.

Arteta tem, no entanto, uma ideia de jogo que, embora baseada nos princípios de Guardiola, procura uma verticalização de jogo maior, em ataque rápido e não tanto, como se fosse um dogma, um organização e circulação de bola, numa sucessão interminável de passes até descobrir espaço de penetração na área.

Não irá, portanto, provocar um impacto de revolta no grupo. Irá tentar provocar um impacto de qualidade de jogo na equipa.

Conseguir juntar Lacazete, Aubameyang e Ozil num 4x2x3x1 que aumente a velocidade de transição ofensiva e com largura a atacar (o que leva Aubameyang de volta ao seu lugar de origem, como extremo).

Se Mourinho tiver êxito no Tottenham imagino-o a ficar no clube por dois, três anos no máximo. Se Arteta tiver sucesso no Arsenal, imagino-o a ficar dez anos no cargo. Perceberam o impacto da diferença?

Ambos têm equipa com jogadores de muito talento, mas enquanto num caso lhe vão exigir que ganhem o jogo seguinte, no outro vão pedir que ganhem o futuro (onde entra toda uma época).

Os ritmos de crescimento serão claramente distintos. Ideias diferentes que irão dividir ainda mais Tottenham/Mourinho e Arsenal/Arteta.

Liverpool “fechou” o campeonato

Neste momento, vejo a Premier League como um a competição fechada. É impossível o Liverpool perder o titulo. Só o argumento da matemática pode, naturalmente, mudar a frase anterior.

Pelo lado puramente futebolisticamente de jogo jogado e vantagem pontual para o único concorrente real, o City de Guardiola, é impossível uma quebra tão acentuada vendo a máquina de futebol que é hoje o onze de Klopp.

Para Guardiola esta época passou a ter um objectivo e um nome, o único que faz sentido no seu quarto ano no Manchester City: Liga dos Campeões.

Poder ser campeão europeu com o seu modelo de jogo seria mais do que um mero título. Seria a sua afirmação da sua ideia de jogo acima da idolatrada vertigem que faz hoje a máquina de Klopp.

O “futebol de posse em estado puro” tem o seu império ameaçado em Inglaterra.

Só pode, agora, salvar a sua face de qualidade com a Liga dos Campeões. É o maior desafio da carreira de Guardiola.

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