Numa época que apenas marca o início de um período onde se farão sentir fortemente no futebol os efeitos da pandemia de covid-19, têm sido várias as dificuldades encontradas pelas melhores equipas da Europa para manter as expectativas a um nível elevado em termos domésticos. Na famigerada Liga dos Campeões, apenas três dos 16 sobreviventes olham debaixo para cima nas suas ligas nacionais.

UMA “CHAMPIONS” COM POUCOS LÍDERES NACIONAIS

À data do sorteio dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões (a 14 de dezembro), o destaque era mesmo o de não haver um único clube de entre os 16 que passaram a fase de grupos da competição milionária a liderar a tabela classificativa do seu país.

Vejamos caso por caso. Pela ocasião do sorteio em Nyon, em Portugal o líder era o mesmo (o Sporting), em Espanha era a Real Sociedad, em Inglaterra estava o Tottenham na frente.

Nos três países dos “big five” que faltam, na Alemanha o líder era o Bayer Leverkusen, em Itália (tal como hoje ainda) o AC Milan e, por fim, em França o Lille.

Hoje, apenas três das 16 melhores equipas da Europa já estão no topo da tabela classificativa dos respetivos campeonatos: o Atlético Madrid na La Liga, o Liverpool na Premier League (sob grande pressão, até pela aproximação lado a lado do Manchester United) e o Bayern Munique na Bundesliga.

Por sinal, em nenhuma das três situações as equipas lideram por mais de dois pontos de diferença, sendo a situação teoricamente mais folgada a da equipa de João Félix, visto que tem dois pontos à maior sobre o Real Madrid, mas conta ainda com dois jogos realizados a menos por comparação com os “merengues”.

UMA “CHAMPIONS” COM POUCOS LÍDERES NACIONAIS

A INFLUÊNCIA DA PANDEMIA NO FRACO RENDIMENTO DOS COLOSSOS EUROPEUS

Um pouco por toda a Europa fora, as melhores equipas no plano teórico (apetrechadas dos valores individuais de maior qualidade) têm sentido grandes dificuldades para manter um nível de rendimento elevado, na linha das expectativas e do que é habitual ver por parte destes “gigantes”.

Podemos tentar descortinar várias razões, mas acredito que, acima de tudo, estarão as complicações associadas ao calendário híper-condensado, em virtude da paragem provocada, em 19/20, pela pandemia do novo coronavírus.

Há equipas que nem fizeram pré-época (o PSG, por exemplo), outras prepararam a nova temporada em cima do joelho e acredito que estão a pagar, fisicamente, a fatura dessa situação, já para nem falar do elevado número de lesões que têm surgido nos principais campeonatos europeus.

Também o facto de as equipas que estão em várias frentes jogarem praticamente duas vezes por semana, de forma quase ininterrupta desde o início de 2020/21 (quando pararam os seus melhores jogadores foram para as seleções e continuaram a competir), não será alheio a este rendimento flutuante.

PONTO DE SITUAÇÃO NAS PRINCIPAIS LIGAS EUROPEIAS

Vamos tentar debruçar um breve olhar sobre os casos mais flagrantes de um rendimento inesperadamente intermitente e que tem aguçado a esperança dos principais rivais numa possível “gracinha” nos seus campeonatos nacionais, além de frustrar várias apostas a favor dos favoritos nas principais casas de apostas, um tema bastante debatido aqui no Aposta Ganha, nas várias plataformas.

O caso mais flagrante é o do Barcelona, que ameaça fazer uma época para esquecer e que segue ensombrado pelo fato de Messi estar de saida do Barcelona e legalmente permitido a negociar o seu futuro, a custo zero, com outros clubes (o contrato da estrela argentina finda no próximo 30 de junho).

Ainda em Espanha, mas com menos gravidade, temos tido um Real Madrid com muita dificuldade em apresentar-se num registo convincente e consistente.

Convincentes, aliás, não têm sido praticamente nenhum dos principais “tubarões” presentes nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Em Inglaterra, também o Manchester City, de Bernardo Silva, João Cancelo e Rúben Dias, segue muito abaixo das expectativas, sobretudo pelo decréscimo na qualidade do futebol apresentado pela turma de Pep Guardiola, que já aproveitou recentemente os tropeços dos principais rivais para poder aproximar-se do topo aquando da regularização do calendário na Premier League.

PONTO DE SITUAÇÃO NAS PRINCIPAIS LIGAS EUROPEIAS

O caso do Liverpool pode ser visto com propriedade neste enquadramento de equipas abaixo do esperado, até porque os campeões ingleses já perderam pontos em oito dos 17 jogos realizados no campeonato inglês, mas para já a equipa de Diogo Jota ainda lidera, apesar de poder vir a perder o 1.º lugar em breve.

Viajamos até Itália, onde a intermitência da Juventus, de Cristiano Ronaldo, na Serie A TIM salta à vista, a par dos 10 pontos de distância para a liderança do AC Milan: em 14 jogos, a hegemónica campeã italiana só venceu metade.

Também a Atalanta e a Lazio, os outros representantes italianos na primeira fase a eliminar da Liga dos Campeões, têm estado irreconhecíveis.

Não obstante estar a um ponto do topo da tabela da Ligue 1 francesa, partilhado por Lyon e Lille, o multimilionário PSG (que já confirmou oficialmente Mauricio Pochettino como sucessor de Thomas Tuchel) não tem conseguido servir-se das suas principais armas (Neymar e Mbappé) para caminhar com a tranquilidade do costume para a revalidação do título nacional.

Quem tem disfarçado melhor é o Bayern, sobretudo pelos resultados aceitáveis que tem tido, ainda que some alguns tropeços inesperados e não tenha, para já, uma vantagem tão confortável quanto isso no topo da Bundesliga, com o RB Leipzig (que também está na “Champions”) bem à perna.

Segundo as odds da Betano, o Bayern Munique é ainda o principal favorito a revalidar o título europeu (3.80), seguido das duas principais equipas inglesas dos últimos tempos (Manchester City, a 5.20, e Liverpool, a 6.50).

 

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