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Vários clubes em risco de falência na Bundesliga

A paragem nas competições desportivas por conta da pandemia mundial do Covid-19 tem levantado várias questões do ponto de vista económico aos clubes, no entanto, a regulamentação germânica torna o caso alemão particularmente delicado. Ora confira…

Fracas garantias no caso de imprevistos

Ao contrário de outras ligas europeias igualmente mediáticas que oferecem proteção aos seus clubes em caso de imprevistos, mantendo assim os pagamentos dos direitos televisivos e de patrocínios, o mesmo não se passa na Bundesliga que não tem prevista qualquer cláusula de proteção aos clubes num caso destes.

Vários clubes em risco de falência na Bundesliga

Tendo isso em conta, vários clubes tremem perante a possibilidade de não receberem as quantias correspondentes aos próximos meses devido à falta de competição. Naturalmente, serão sempre os clubes mais pequenos e mais dependentes de receitas externas a entrarem em situação delicada perante este tipo de eventos inesperados.

De acordo com o jornal alemão Bild, estes são os clubes em risco de abrir falência caso não recebam os valores que seriam expectáveis no caso da época estar a correr normalmente: Werder Bremen, Fortuna Dusseldorf, Mainz, FC Koln, Paderborn e ainda o Nuremberg da 2.Bundesliga.

Jan Lehmann, diretor do Mainz, já avisou que 50 a 60% das receitas do clube derivam dos media e caso não recebam o pagamento de Maio podem realmente incorrer num sério problema de incumprimento salarial uma vez que estarão em causa qualquer coisa como 15 ou 16 milhões de euros. Também o CEO do Fortuna Dusseldorf deixou um alerta vincando a ideia de que esta é uma fase em que os clubes mais ricos precisam estar do lado dos mais pobres e apoiá-los dentro do possível.

Solidariedade institucional terá de prevalecer

Um dado que aqui parece decisivo para que a situação possa não se tornar realmente dramática será a solidariedade. Além dos clubes mais ricos que poderão prestar algum tipo de auxílio nesta fase mais delicada, também as próprias operadoras televisivas poderão prestar algum apoio, nomeadamente pagando alguma percentagem do valor devido.

Igualmente importante será o papel da direção da Bundesliga que terá de entrar em cena para salvaguardar os direitos dos seus clubes, especialmente aqueles menos apetrechados financeiramente que estão mais dependentes das receitas externas para subsistirem no exigente futebol germânico.

Este será um cenário que poderá prolongar-se por dois/três meses e isso poderá colocar seriamente em causa os clubes mencionados acima, no entanto, há também a esperança de que todo este problema com o coronavírus possa ser resolvido com alguma brevidade, potenciando eventualmente um regresso às competições até finais de Abril.

Desportivo das Aves defende-se de salários em atraso com economia chinesa

Em Portugal existem vários clubes que atualmente se encontram em incumprimento salarial com os seus jogadores, no entanto, o caso do Desportivo das Aves tem reclamado maior atenção por se tratar de um clube da Liga NOS. Além disso, o conjunto avense não remunera os seus colaboradores desde Janeiro, ou seja, estamos praticamente a completar três meses de incumprimento salarial por parte da direção do clube.

Recentemente, o guarda-redes Beurnardeau e o defesa Afonso Figueiredo voltaram a protestar com a situação alegando que se torna difícil subsistir com tamanho incumprimento. Curiosamente, a direção avense veio agora justificar-se alegando que uma das principais razões para esta falha nos pagamentos se prende com a crise económica chinesa motivada pelo coronavírus.

O presidente da SAD avense, Wei Zhao, regularizou os salários do último mês de 2019 a 14 de Fevereiro, mas não mais viria a efetuar qualquer pagamento desde essa data. Sim, os problemas económicos na China podem ter alguma influência na ótica de um investidor chinês no futebol português, no entanto, qualquer instituição de futebol deve estar munida de um fundo maneio para fazer face a despesas de última hora.

A situação na China só se agravou realmente a partir do início de 2020 pelo que não se justificava que já na altura existissem ordenados em atraso, ou seja, apesar da pandemia poder ser uma razão para o avolumar da crise institucional no clube, não me parece que esse seja o principal fator para todas as dificuldades pelas quais o clube está a passar atualmente.

Instalado na última posição da Liga Portuguesa com apenas 13 pontos em 24 partidas, o Desportivo das Aves encontra-se a nove pontos de abandonar a zona de despromoção e necessitará de um sensacional final de época para se salvar.

Ora, ter ordenados em atraso por tanto tempo não será certamente uma forma de motivar os jogadores para encetarem uma espécie de missão miraculosa até final da temporada que os possa salvar da descida à Liga PRO

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