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Vencedor – ATP Wimbledon 2009

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Eis mais um Grand Slam, eis a relva de Wimbledon. É já na próxima semana que se inicia um dos mais prestigiado torneio de ténis de todo o Mundo, a par do Australia Open, Roland Garros e Us Open.

Como sempre, o vencedor é uma incerteza. No entanto, para esta prova e, por mais que analise os chamados outsiders, só consigo ver três jogadores a levantarem o troféu.

O primeiro é óbvio, o melhor tenista de sempre: Roger Federer. Vencedor em 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007.
Roger Federer conquistou, na semana transacta, o torneio de Roland Garros. Com este título, o suiço venceu o seu 14º título de Grand Slam, tornando-se o tenista que mais torneios venceu na história do desporto.

Não há palavras para descrever este jogador. Sem dúvida, um dos maiores desportistas que já tive o prazer de ver actuar. Ainda por cima, bastante humilde. A nível pessoal, é um ídolo.
É um jogador cheio de classe com uma qualidade técnica inigualável. Digam o que disserem, é o melhor tenista de sempre e… não está acabado!
Não é, neste momento, o nº 1 do Mundo, uma vez que Rafael Nadal tem estado, também ele, em grande nestas duas últimas temporadas.

No entanto, é sempre bom recordar que, para além de ser o tenista com mais títulos, o suíço é o jogador que mais semanas consecutivas liderou o ranking ATP.
E, mais importante que isso agora, é que ele tem a possibilidade de o voltar a ser neste mesmo Wimbledon:

O suíço Roger Federer já pode vislumbrar novamente o topo do ranking mundial. Em nova tabela divulgada pela ATP nesta segunda-feira, o suíço diminuiu de cerca 4,5 mil pontos para pouco mais de 2 mil a diferença em relação ao atual líder Rafael Nadal.

Na nova lista, o espanhol número 1 do mundo atingiu sua 38ª semana consecutiva no topo, mas teve uma drástica redução de pontos já que defendia o título em Roland Garros e acabou caindo esse ano nas oitavas (somou 180 e perdeu 2000). Federer, por sua vez, defendia o vice na capital francesa e com o inédito título somou 600 pontos (2000 pela conquista menos 1400 do descarte).

Nadal possui hoje 13140 contra 11070 de Federer, uma vantagem de 2070 que pode diminuir mais ainda essa semana já que o espanhol vai descartar mais 450 pontos pelo título em Queen`s ano passado que não defende esse ano por estar com lesão no joelho direito. Federer também defende 450 pontos pelo título na grama de Halle (Alemanha) em 2008, mas como joga o torneio esse ano tentando a defesa do título pode garantir mais 250 pontos e tentar retomar a ponta tabela em Wimbledon.

No Grand Slam britânico o suíço precisaria ser campeão, conquistando assim seu sexto título na capital inglesa, ou pelo menos ir à final, e contar com a desistência de Nadal do torneio, o que pode acontecer caso o espanhol não se recupere de lesão.

Agora imaginem o que é ser considerado o melhor tenista de sempre, o que é possuir todos os mais importantes records da história da ténis e o que é ter a possibilidade de voltar a ser o nº1 do Mundo depois de tudo o que passou.

( Recorde-se que no final do ano passado e no inicio deste, Federer exibiu-se em má forma com um fraco nível físico e psicológico. Muitos chegaram a dizer que ele estava acabado. )
Continuando o raciocínio, imaginem tudo isto e imaginem a confiança que isto não deve dar. Os seus índices de confiança devem estar mesmo no máximo. A nível psicológico, aquele que tem vindo a ser um dos seus piores adversários, está, com toda a certeza, muito bem.
E não me venham dizer que está pressionado. Não pode estar. Não depois de ter ganho tudo o que havia de ganhar.
Fisicamente, está, também, perto do seu melhor nível.

Independentemente da sua forma, é sempre um jogador que se arrisca a ganhar qualquer competição.
Agora… estando ele a atravessar a fase que está… é o grande favorito.

O único senão que lhe pode apontar é mesmo o facto de ainda não ter participado em qualquer torneio em relva. Recorde-se que Federer abdicou de participar na Alemanha para fazer uma gestão de esforço pelo que Wimbledon será o seu primeiro torneio em grama.

Outro jogador que tem de ser sempre apontado é o nº 1 do Mundo e actual campeão em título: Rafael Nadal.

Considerado por muitos como o melhor jogador da actualidade tinha, até ao mês passado, o rotulo de invencível.
É claro que já tinha perdido nesta temporada, mas nada fazia prever que ele vacilasse tanto como fez nas últimas semanas.

Muito menos na altura que foi: em plena temporada de terra batida. Começou por perder para Federer perante o seu público em Madrid um importante torneio.
No entanto, esperava-se que Rafael apresentasse ao seu melhor nível em Roland Garros. O que não aconteceu. Perdeu muito cedo para Soderling, contra todas… todas as expectativas.

Assim, não entra neste torneio como favorito. Ainda para mais, quando vem de uma lesão:
À semelhança de Federer, tinha agendado o seu primeiro torneio de relva para esta semana que passou. No entanto, uma lesão no joelho impossibilitou e chegou mesmo a estar em causa a sua participação em Wimbledon.

Rafael Nadal está em Barcelona realizando novos exames em seus joelhos. Eliminado nas oitavas-de-final em Roland Garros de forma surpreendente, o espanhol desistiu de jogar o Torneio de Queen’s com dores nos joelho e virou dúvida para Wimbledon. Nos próximos dias, o número 1 do mundo deve confirmar se joga ou não o Grand Slam da Grã-Bretanha.
Na sexta-feira, ainda em Paris, Nadal justificou a sua ausência em Queen’s. “Eu tenho tido alguns problemas nos últimos meses com meus joelhos, isso não é segredo algum. Isso me impede de competir 100%. Preciso trabalhar com minha equipe para me recuperar bem e estar pronto para jogar na grama de Wimbledon”, disse.

No entanto, é bastante provável que jogue. Mas será a 100%? Fica a dúvida que aumenta, e de que maneira, as odds a favor do Espanol.

It’s no secret to anyone that I have been having some problems in the past months with my knees, which did not allow me to compete at 100%.
I need to work with my team to recover well, work on my physical condition to be at my top form and get ready to play on grass at Wimbledon. I hope I will be ready to compete by then.

Não acredito que sejam só problemas físicos que, neste momento, afectam Nadal. Um jogador que se tinha assumido como uma autêntica máquina trituradora até aqui, cair assim de produção é estranho. Alguns problemas de confiança tem de estar a passar pela cabeça dele. Até porque este sim, está pressionado. Pode, de um momento para outro, perder algo importantíssimo que parecia tão bem seguro: o nº1 do ranking. Tenho as minhas reservas quanto à qualidade da sua prestação neste torneio, mas é um dos favoritos e as probabilidades que ele tem de ganhar são maiores do que as odds expressam por esta altura.

O outro é, claramente, Andy Murray. O grande especialista de relva.

Merece, sem dúvida, o lugar que ocupa neste momento no ranking Mundial: 3.
É um jogador excelente. Ao bom estilo escocês, faz da defesa o ataque. E que bem que ele faz, é o melhor a defender-se.
Tem a capacidade de variar o jogo sempre que necessita é, como ouvi hoje o comentador da Eurosport dizer, um tenista com uma grande imaginação.
Já disse e volto a frisar: é muito bom em relva. Se, nas outras superfícies, é sempre candidato à vitória, nesta terá de ser um dos favoritos.
E, sem dúvida, que o é. Ainda por cima na forma que está.

Venceu hoje, em Londres, o torneio de Queens, sem ceder qualquer set. Não deu qualquer hipótese a ninguém e mostrou que vai a Wimbledon para ganhar.
Tenho um forte pressentimento que é mesmo o escocês quem irá vencer a prova e… é um pressentimento fundamentado.

Um Grand Slam está longe de ser um torneio para outsiders tentarem a surpresa. E este, com certeza, que não irá ser. Não vejo ninguém com capacidade para fazer frente a estes três jogadores. É claro que Novak Djokovic é sempre um jogador a ter em conta, mas, se já poucas dúvidas tinha, hoje ele dissipou-mas. Falha nos momentos decisivos e não está ao seu melhor nível. Pode chegar longe, mas nunca à final. Del Potro, Tsonga, Roddick ou Monfils são bons jogadores, mas não com qualidade suficiente para, neste torneio e neste momento, fazerem face a Roger ou Murray.

Roger Federer para vencer o torneio com odds a 2,28 na Betfair (10/10)
Andy Murray para vencer o torneio com odds a 5,6 na Betfair (10/10)
Rafael Nadal para vencer o torneio com odds a 6 na Betfair (1/10)

Esta última é só pelo valor que possui e com a certeza que será um greenbook relativamente fácil.


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Roger Federer
2.28
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ganha

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