Wolverhampton Wanderers vs Cardiff City – Championship

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Championship Jogo que encerra a 23ª jornada da Npower Championship.

O Wolverhampton Wanderers, que na época passada desceu da Premier League, encontra-se este ano numa situação delicada, correndo sério risco de descer de divisão novamente.

Actualmente a liderar a linha de água, a performance da equipa durante toda a época tem sido muito inconstante.
O Wolves, tem questões internas a tratar, assim como outros problemas no clube, muito para além da qualidade que tem no seu plantel neste momento.

As exibições têm sido fracas, não demonstram fio de jogo, falham imensos passes, e nota-se uma clara falta de concentração e ânimo nos jogadores, mas analisando melhor:

Desde que os Wolves saíram da Premier League, já esta situação se vinha a arrastar.
Mick McCarthy, técnico da equipa nos últimos anos da sua presença na Premier League, foi despedido em Fevereiro de 2012, e pecando um pouco por tardio, já o Wolves apresentava várias lacunas e maus resultados.

A equipa precisava de fazer contratações para se reforçar mais consistentemente, para que houvesse algumas mexidas no clube, era necessário um abanão, pois era clara uma estagnação que já durava há algum tempo e não havia forma de alterar isso.

Steve Morgan, presidente do clube desde 2007, é um gestor muito competente, mas no que toca a assuntos futebolísticos não é de todo a pessoa indicada para tratar dos mesmos, e isso tem vindo a ser catastrófico para o Wolves.

Todas as equipas precisam de vez em quando, para não dizer frequentemente, de sentir uma força por parte da presidência da equipa, uma voz de comando e firme, para que haja sempre ânimo e vontade de querer mais, e o Wolverhampton não tem essa liderança interna com Morgan.

Depois de despedirem McCarthy, Terry Connor ficou como treinador temporariamente à frente do clube enquanto se afundavam a caminho da despromoção.
Entretanto, mesmo quando desceram de divisão, contrataram o conhecido Stale Solbakken, que na altura era treinador do Copenhaga.
Solbakken trouxe esperança mas os problemas internos continuaram, e mesmo com jogadores como Ebanks-Blake a levar a equipa muitas vezes ás costas, faltou liderança e investimento que desse prioridade a uma estratégia diferente à equipa.

A rotação do plantel era pouca, a gerência do mesmo tornava-se difícil, e Solbakken vê-se num curto espaço de tempo, com a lista de lesionados cheia durante tempo indeterminado, contribuindo bastante este fator, para os maus resultados que foi obtendo.

Como se não bastasse, os adeptos começaram a protestar e a pressionar a equipa, e Morgan não sendo um bom gerente futebolístico, olhando aos resultados e às queixas dos adeptos, despede Solbakken apenas 6 meses depois deste entrar no clube, não se apercebendo sequer que não era ali que residia o verdadeiro problema da equipa.

A Janeiro de 2013, Dean Saunders é contratado ao Coventry, e até agora, ainda não têm nenhuma vitória desde a mudança de técnico, incluindo uma derrota para a taça FA contra a equipa do Luton Town.

O Wolves ainda têm em sua posse bons jogadores, como Sako, E.-Blake, Peszko, Doyle, mas estes perderam o brilho de jogo, não têm determinação ou força a jogar, e quando assim torna-se ainda mais difícil para a equipa conseguir remar contra a maré.

Vivem-se momentos difíceis em Wolverhampton, e a continuar assim, é provável que voltem a descer de divisão este ano.
Estão também previstos alguns protestos caso este jogo contra o Cardiff corra mal, o que é bem provável de acontecer.
Na imprensa, temos ainda Saunders a dizer que se está em agonia devido à pressão que sente constantemente e à falta de tempo e de recursos para conseguir dar a volta à situação.

Para mim, Saunders não é de todo o tipo de treinador que o Wolves precisa de momento, não é muito astuto na forma como aborda os jogos que estão a decorrer, desde as substituições que faz, como a fazer alterações táticas que sejam necessárias fazer durante o jogo, e como não tem o apoio da maioria da massa associativa, acaba por se tornar apenas mais um que mais cedo ou mais tarde deverá ser da parte técnica do clube.

O GR Wayne Hennessey, o central Steven mouyokolo, o lateral eorge Elokobi e o defesa Kristian Kostrna, continuam lesionados há algum tempo, e o médio Boukari está também lesionado de momento.

Onze provável: Ikeme; Foley, Gorkss, Batth, Ward; Edwards, Henry, O’Hara, Sako; Sigurdarson, Doyle.

O Cardiff , actual líder da Championship, tropeçou na última jornada em casa com um coeso Brighton por 0-2, num jogo que tenho de analisar pelo seguinte:
As superstições estão um pouco presentes em todo o lado, e, acreditando nelas ou não, fazem diferença a algumas pessoas, seja no Brasil ou na Rússia.

O Cardiff depois de ter sido comprado, tem passado por um reestruturação do símbolo do clube, das suas cores, equipamentos, etc, coisa que não agrada nada mesmo, à grande maioria dos seus adeptos.

À entrada do jogo, foram distribuídas fitas, e acessórios com as novas cores do clube, e logo no dia em que tal acontece, perdem em casa por 0-2, onde, esta época, contam com 13 vitórias, 1 empate e 2 derrotas a contar com este último jogo.

É claro que há outros factores a ter em conta, as equipas que estão a ter muito sucesso não são imbatíveis, não jogam sempre da melhor forma, alguns jogadores tiveram exibições menos conseguidas, e a finalização foi muito fraca, tendo o Cardiff rematado mais de 20 vezes sem conseguir marcar um único golo, enquanto que o Brighton teve 1/3 ou ¼ das oportunidades e do Cardiff e conseguiu marcar 2 golos.
Como eu costumo dizer, “Que as há i, ai.”

Depois de consolidarem uma posição muito forte em casa, faltava ao Cardiff melhorar o seu desempenho fora de portas, coisa que começaram a fazer a partir de Novembro/Dezembro, e agora é vê-los num sítio muito confortável, no topo da tabela, e com ótimas condições para que consigam subir automaticamente à Premier League.

Pressionam muito quando não têm posse de bola, e quando têm fazem boas transições e muito rápidas até à frente de ataque.

A derrota frente ao Brighton demonstrou à equipa e aos adeptos que mesmo bem posicionados, ainda falta um longo e duro caminho até ao fim do campeonato, e que não podem deslizar se querem subir automaticamente.

Bem Nugent continua lesionado, assim como Nicky Maynard, que está lesionado até ao fim da época.

Esta época, as equipas já se defrontaram na primeira volta do campeonato, com o resultado final de 3-1 para o Cardiff.

Por tudo o que mencionei, seria de esperar uma vitória categórica do Cardiff, no entanto, é sempre preciso muita cautela com estas apostas que aparentam ser “certas”.

O Wolves mesmo estando em dificuldades, continua a ter jogadores muito talentosos que podem fazer toda a diferença dum momento para o outro, e a jogar em casa há sempre uma força extra.

Estando há 11 jogos sem vencer, por vezes jogar contra um líder de tabela classificativa pode ser uma força e uma motivação para os jogadores. Além do mais, alguns jogadores afirmam perante a comunicação social que não irão jogar com medo e que tentarão por tudo garantir os 3 pontos que tanta falta fazem para fugir da zona de despromoção.

O Cardiff tem aqui talvez uma das melhores oportunidades para voltar às vitórias, depois do desaire da última jornada.

Apanham uma equipa que se encontra em claras dificuldades, e têm todas as condições para vencerem o jogo, têm jogado muito bem fora de casa, estão bem definidos técnica e taticamente, e se somarem mais uma vitória, ficam com 70 pontos, a 8 do Hull e Watford, e ainda com um jogo a menos.

Espero uma resposta à altura por parte do Cardiff contra este Wolves que dificilmente se segurará este ano na Championship.

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