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Zenit resgata domínio do futebol Russo

Mais um campeão para 2019: o Zenit, na Rússia.

Após três épocas a ver o titulo fugir (para CSKA Moscovo, Spartak Moscovo e Lokomotiv Moscovo) este triunfo da equipa de Sergey Semak é quase como resgatar a aura de épocas atrás em que o Zenit passeava poder na Liga Russa.

O investimento desde esse tempo reduziu um pouco em comparação com as loucuras anteriores, pelo que o mérito da conquista é até maior num campeonato disputado com o Lokomotiv de Moscovo.

Depois de empatar com Akhmat Grozny, não existia ainda, porém, a certeza do titulo. Ela só chegou em pleno voo, quando o comandante do avião anunciou que o Lokomotiv tinha entretanto acabado de perder o seu jogo, o que despertou a euforia entre toda a comitiva do Zenit.

zenit jogador 1

A destacar-se no meio de todos eles, pela dimensão física brutal e pelo que fez durante a época marcando golos e arrasando defesas adversários, um ponta-de-lança possante, Dzyuba. Marcou 8 golos.

Para além dos golos, o seu poder atlético mobiliza marcações que desfaz através do poder de choque e abre espaços para outros jogadores aparecer (dando também muito bem em apoios) para finalizar.

Nesse sentido, a contratação do iraniano Azmoun, no mercado de inverno, também foi decisiva. Adaptou-se muito bem á equipa, e com bom poder de desmarcação, inteligente a mover-se (enquanto Dzyba é mais estático, embora tenha evoluído tecnicamente de forma impressionante as ultimas épocas) apontou também 8 golos.

Os dois, Dzyuba-Azmoun são as figuras goleadoras deste Zenit de Semak.

No último titulo, em 2015, a figura tinha sido Hulk, claro.

Na defesa, o ucraniano Rakitskiy, que também chegou no inverno, foi outro elemento fundamental, no polo oposto do onze, para, no sector defensivo, dar uma segurança que por vezes faltava e que foi resgatada com a sua experiência, liderando toda a defesa com personalidade de defesa-central com técnica, sentido posicional e personalidade.

Seguindo também a pista do mercado de inverno, o pivot colombiano Wilmar Barrios estabilizou o meio-campo. Veio do Boca Juniores e adaptou-se muito bem ao futebol russo.

Não parecia ir ser assim tão fácil, mas a qualidade técnica e de visão de jogo de Barrios tornou isso possível. Joga muito bem, de cabeça levantada e com classe, sem necessitar de agressividade excessiva para se impor no meio-campo.

Rakitskiy

Um titulo russo marcado, portanto, pela reconstrução da equipa no … inverno! Algo tão natural com irónico, no frio da Rússia, mas que mostra como contratar bem (e não muito) para os
lugares certos e nos momentos certos pode fazer a diferença. Este Zenit é prova disso.

A Liga dos Campeões votará a ter San Petersburgo no seu mapa. O Zenit voltou a dominar o futebol russo!

Manchester City: O golo de Kompany

O tempo ia passando e a ansiedade nas bancadas crescia até níveis que o silêncio tomava conta muitas vezes dos adeptos até quase tornar o Etthiad num local irreconhecível a nível da tradicional loucura do futebol em Inglaterra.

O Manchester City tinha de marcar para ganhar e voltar ao primeiro lugar.

A ansiedade notava-se, no entanto, também no relvado porque a equipa não jogava da mesma forma, revelando menor acerto nas combinações rápidas em triângulos apoiados, exagerava nos centros para a área, falhava mais passes, segurava menos a bola, até Bernardo Silva tentava sozinho inventar jogadas individuais.

Do outro lao, uma equipa muito bem organizada, em 4x5x1 a defender, baixando o bloco, muito bem montada por Brendan Rodgers e sempre a procurar o contra-ataque. De pé, na berma do relvado, o olhar de Guardiola tornava-se cada vez mais nervoso e ansioso, o que crescera depois de Schmeichel fazer uma defesa herdada do pai estilo “polvo gigante” esticando uma perna para travar um desvio que já era um “golo cantado” de Aguero.

Até que surgiu o impensável, o herói inesperado. Desde 2013 que Kompany não rematava fora da área!

Quando apanhou a bola a cerca de 25/30 metros, com o estádio e toda a equipa naquele estado de nervos, ninguém acreditava que pudesse fazer golo dali, pelo que Gundogan ao lado dele lhe gritou “calma, não chutes!”.

O alemão queria que Kompany voltasse a circular a bola para elaborar mais uma jogada de ataque área do Leicester.

No banco, Guardiola, como confessou no final da conferencia de imprensa, pensou o mesmo. Não acreditava e não queria que chutasse, queria que fizesse um passe para o lado e voltar a organizar o ataque.

Kompany, porém, ignorou tudo e foi para outra dimensão.

Na sua cabeça e na execução técnica do remate que fez a bola sair como uma bala, indefensável, na colocação e força, entrando mesmo no ângulo da baliza apesar do voo fantástico de Schmeichel.

Pelo caminho, passou tão perto da cabeça do central Maguire que quase lhe arrancava uma orelha! Golo e explosão!

Até ao fim, o City ainda sofreria para aguentar a vantagem mas o herói estava encontrado. Kompany e a fé técnica de uma remate em que ninguém (nem adeptos, colegas e treinador) acreditavam. Só ele. Após tantos anos sem rematar de longe, escolheu o jogo mais nervoso para o fazer e festejou enlouquecido no momento.

No final, porém, após o ultimo apito, quase nem reagia. Só olhava para o horizonte das bancadas, parado, estático, incrédulo, até ser surpreendido pelos seus filhos pequenos em pleno relvado a correr para ele. Abraçou-os e a passo foi saudar os adeptos aos saltos enlouquecidos.

guardiola-kompany

Kompany parecia estar noutra dimensão tal a forma como caminhava, sempre em passo lento, era abraçado por todos, colegas, treinadores, roupeiro, policias, todos, mas quase nem reagia até… as lágrimas começarem a cair-lhe pelo rosto.

Sucessivas, sem parar. O poder da emoção o futebol estava fechado num local impenetrável: estava todo concentrado, emocionalmente, dento dele! Era tão forte que nem conseguia sair. Brutal. O futebol em estado puro é isto!

Que Deus salve o campeonato inglês. É aqui que sou feliz.

P.S.- O campeonato ainda não acabou. Domingo temos a ultima jornada. Apertem os cintos e deixem os corações á solta de lado. O Manchester City vai jogar no terreno do Brighton e o Liverpool com o Wolverhampton. Na Esc Online o City paga 1.09 para ser campeão enquanto o Liverpool 6.50.

Prognóstico
Para vencer a Premier League – Manchester City a 1.09 na Esc Online ou Liverpool a 5.00 na Bet.pt

Tudo, mas mesmo tudo, pode acontecer. Ainda bem!

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