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Definir uma Stake para uma Aposta, será que é preciso?

Definir uma Stake para uma Aposta, será que é preciso

Definir uma Stake para uma Aposta, será que é preciso?

Conforme nos foi pedido, vamos trazer aqui um artigo sugerido pelo nosso User Diogo Machado que tem dúvidas relativamente à definição da stake para uma aposta.

Cumprimos o que prometemos, e o tema pode ser de fácil compressão mas nos mais “novos” aqueles que entram neste mundo das apostas pela primeira vez, pode induzir em erro o que muito se fala por ai em relação às stakes.

Vamos então abordar este tema, que considero importante para esclarecer o Digo e a todos aqueles que se vêm com o mesmo problema.

Como já podem ter reparado, pelo tópico deste artigo, acaba com uma pergunta. E não foi a toa que a colocamos dessa forma. Mas já lá vamos!

Antes de mais informar a todos que, antes de sabermos que stake usar, devemos saber com quantas unidades estamos a trabalhar. Isto faz parte do processo de gestão de banca e da divisão da mesma para chegarmos à unidade por aposta entre 3 escalões, mais do que isso desaconselho!

As contas são fáceis de fazer, dividam a vossa banca por 5%.

  • Exemplo: 100 euros (X) 5% = 5 euros
    Estes 5 euros são a vossa stake máxima! – Ir ao encontro do lema, nunca excedam mais do que 5% da vossa banca!
    Estes 5€ são a vossa stake 3.
    Agora agarrem nestes 5 euros e dividam por 2 = 2.5 euros – Aqui têm a vossa stake 2.
    Agora dividam os 5 euros por 3 = 1.66 euros – Aqui encontram a vossa stake 1.

Em suma:

  • Stake 1= 1.66 euros (Stake mínima ou de risco maior na aposta)
    Stake 2 = 2.5 euros (Stake média ou de risco moderador/controlado)
    Stake 3 = 5 euros (Stake máxima, com bastante confiança e/ou informação privilegiada – Usar só em casos muitos raros.).
    O meu conselho é este, para uma banca de 100 euros estas são as stakes que vocês não podem “fugir” ou devem seguir…

Mas vale a pena? Já lá vamos….

Vamos olhar para a stake como ela é, certo?

A stake é o nosso risco, e o que nós expomos ou investimos numa determinada aposta. Isto já nos ajuda, isto pode ajudar-nos a perceber que se a aposta tiver algum grau de risco ou de incerteza.

Agora olhem a stake e pensem que vocês têm 10 euros, por exemplo, e investissem num capital de risco oferecido por um banco! Investiam, sabendo que é um capital de risco?

Não!

Certo, mas até podiam investir, mas de certeza que imaginemos que o banco oferecia quadruplicar esses 10 euros (odd de 4.00), vocês mesmo assim recuavam, e/ou preferiam só arriscar 2 euros, certo?

Mas agora vamos a outro exemplo, imaginemos que o tal banco vos oferece cerca de 2 euros por cada euro investido (odd 2.00)! Agora sim podemos dizer que o risco é mais baixo e podemos arriscar mais um pouco a nossa stake.

Em suma, digamos que estamos a mexer na nossa stake conforme a odd? Sim e não, temos é que interpretar se a odd vale o risco e poderemos que ajustar a stake.

Confuso? Pois acredito, mas aqui entra a destreza de um apostador e sobretudo quando este se apercebe se tem um bom investimento ou não!

Aqui temos que falar do cálculo das Fair Lines, porque é importante saber se a casa vos oferece o real valor por essa aposta ou não.

Agora reparem, voltamos ao ponto zero, estamos a variar sempre a stake em função do risco ou daquilo que as casas de apostas nos oferecem.

Fácil? Não, não é, até porque andar sempre a variar stakes, pode complicar as contas da nossa gestão de banca.

Agora vamos falar do revés de tudo aquilo que falei em cima, como disse todo este “jogo” de variações de Stake podem prejudicar a vossa banca. Como?

Simples, imaginemos que entram numa Bad Run, e estão a usar por norma ou a maioria das vezes a vossa stake 2, a moderada.

Se a Bad Run for longa, esta Stake pode “amassar” a vossa banca e começar a prejudicar e a fugir ao vosso controlo.

Já referi noutro artigo que o melhor é usarem uma Stake SOS quando se apercebem dessa mesma Bad Run’s.

Apesar de tudo isto com Stakes de 1 a 3 o melhor mesmo, e andarmos sempre por baixo (Flat Stake).

E agora perguntam, mas porquê Ricardo?

Esta é a Stake que vos expõem menos, mesmo que aconteça o pior cenário nas apostas. Olhando agora para um cenário melhor, mesmo com stakes baixas o vosso crescimento é mais sustentado, e com isso conseguem gerir melhor a vossa banca. Conseguem saber em que ponto estão, pois o crescimento é linear e não variável com a diferença das stakes.

Conseguem saber se estão bem, menos bem ou saber que algo vai mal. As entradas são sempre as mesmas o que não têm que fazer um esforço extra para perceber onde está o vosso erro. Aqui se algo está a correr mal, o mal não é nas stakes mas sim noutro lado. – Isto é uma grande vantagem!

Reparem, porquê é que eu tive com esta conversa toda das Stake 1,2,3, porque amigos são opções e métodos. O que difere em sair duma Flat Stake ou escolher as Stake 1,2,3 só depende de vocês e diria mais, depende também da vossa experiência.

Agora Diogo, respondendo a ti diretamente, para quem está neste mundo pela primeira vez, aconselho a Flat Stake, mas por exemplo a outros que têm já a capacidade se se moverem e aperceberem em que situação estão podem usar as Stakes 1,2,3.

Sei que muitos dirão, és tolo, Stakes como aqui apresentei podem complicar, e eu sei disso e salientei e chamei atenção para isso.

Mas reparem, com bancas grandes, não faz sentido estarmos apostar em Flat Stake, certo?

Isto porquê, se temos uma banca grande, temos a capacidade de a gerir de outra forma. Se conseguimos essa mesma banca é porque sabemos antecipar ou fugir aos piores cenários das apostas desportivas.

Atenção quando falo em uma banca grande, falo que a fizeram às custas das vossas apostas, não num investimento mais avultado que colocaram numa casa de apostas.

Amigos têm que se convencer de uma cosia, cada um é como cada qual! Nas apostas é igual, muitos preferem a Flat Stake, outros jogam com 3 níveis de stake, nunca excedendo os 5% da banca, e muitos até podem usar outro tipo de métodos de Stake mas o fim é mesmo, o controlo.

Espero que “controlem” bem as vossas apostas, e diria mais, as Stakes, as Bad Runs, gestão de banca as Fair Lines ect ect é como se tratasse de um acelerador, um travão, a embraiagem e o volante e não esquecendo a caixa de velocidades para conduzirem as vossas apostas ao sitio certo – Ao lucro!

Por vezes é preciso acelerar, andar, e saber parar (travar). Teremos que reduzir para ir mais devagar e por vezes virar a direita ou a esquerda para fugir daqueles mercados ou daquelas apostas que nos magoam.
Espero que tenham gostado, e a premissa continua, comentem e opinem, e aguardo por mais questões/duvidas vossas para continuar a escrever este tipo de artigos para vos ajudar!

Boa semana e boas apostas!

2 Comentários

  1. Nuno Freire

    27 de Abril de 2018 at 15:09

    Pelo que percebi, para quem está a começar então é melhor manter a mesma stake de 1/3 de 5% da nossa banca. Ou seja, dividar a banca por 60 unidades e apostar sempre uma unidade.

    Numa fase mais avançada do nosso percurso, começamos a nivelar stake.

    cumprimentos

    • Spinosa

      28 de Abril de 2018 at 15:28

      Sim, flat stake é o ideal sem nunca exceder os 5% da banca

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